<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7318828591605711366</id><updated>2012-01-19T05:17:08.952-08:00</updated><title type='text'>cris andrade</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7318828591605711366/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Cris Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13262029116826675587</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_VAYlSsr8-3E/TSMwwqhdvMI/AAAAAAAAAbM/3_EqWtnpsEM/S220/OQAAABcsmXkMg2xNjCNPLwFwiiKqhpLBdYGlZJJjvD639PvPsS92Ncpe8S8Vq--UJaNbLfWm19BBxdjDKSj1hRAoVTYAm1T1UKyRUsFi5f3B_IXmw6sKwJ0OHOh4.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>23</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7318828591605711366.post-152734323151240688</id><published>2012-01-10T04:58:00.000-08:00</published><updated>2012-01-10T05:10:15.922-08:00</updated><title type='text'>23</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Então. Eu havia dito no post anterior que determinados "amigos" tinham que ir à merda. Pois é. Só que alguns ficam no meio do caminho, talvez porque você não criou coragem suficiente para mandá-lo ir à merda, ou porque você já estava acostumada com a forma como era tratada, ou então, porque não se amava tanto ao ponto de dizer um "&lt;strong&gt;basta!".&lt;/strong&gt; De qualquer forma, não importa o tempo que se leva para descobrir que aquela pessoa que você pensava que era seu amigo, na verdade, não era amigo coisa nenhuma. Era um fingidor. Um falso. Que no fundo só sentia pena por você ser um coitado. E não restava outra alternativa a não ser oferecer-lhe migalhas. O que importa é que você tomou uma atitude. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tá, e eu não sou galinha, claro. Se você se contenta com migalhas, sinto muito &lt;em&gt;ma chérie&lt;/em&gt;, mas eu não. E se há um tempo atrás eu me contentava, a partir de agora, &lt;strong&gt;basta&lt;/strong&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que eu acho engraçado, é que todos usam um mundo de desculpas para justificar suas faltas. Como se eu não sentisse cansaço, como se eu não ficasse indisposta também, às vezes. Mas eu aprendi que as PESSOAS valem sempre a pena. Vale à pena estar com elas. Ouvi-las. Ver que estão bem. E nenhum cansaço pela correria do dia-a-dia deveria ser maior que agraciar um amigo com a sua presença, quando essa for requisitada. Mas isso acontece quando se sente realmente uma CONSIDERAÇÃO pela pessoa. Quando essa consideração não existe, esqueça. O cansaço dela será maior e mais importante. As desculpas serão seu melhor aliado para justificar sua desconsideração. E sabe o que eu penso de tudo isso: PATÉTICO. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu cansei de só pensar nos outros, e me ferrar. E não sou hipócrita a ponto de dizer que amo sem esperar nada em troca. Só se eu fosse louca. Porque ninguém entra dentro de um relacionamento, seja ele qual for, sem esperar NADA de volta. Se fosse assim, ficaríamos solteiros, sozinhos no mundo, não precisaríamos do fulano para nos encher de carinho, de beijos, de atenção, e nos oferecer segurança tanto física como emocional. É como diz aquela máxima: QUEM AMA, CUIDA.&amp;nbsp;Sempre esperamos algo das pessoas, o que varia é a intensidade. Alguns esperam muito, outros esperam pouco. Mas isso também depende do quanto é oferecido. É proporcional ao que você oferece. Pois se você oferece pouco, não pode exigir muito, e vice-versa.&amp;nbsp;Quem diz que não espera é um baita mentiroso e covarde, que não tem a coragem de assumir seus sentimentos, sua humanidade. Querem agir como seres autosuficientes. E isso é patético. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Enfim. Eu não queria acreditar que essa pessoa me desconsiderava tanto. Sempre fui sincera, sempre procurei estar presente o máximo que eu podia. Eu me dediquei a essa amizade. Mas já chega. Basta. Consideração se paga com consideração. Assim como amor se paga com amor. Respeito se paga com respeito. E desconsideração se paga com desconsideração. Se eu disser que não estou puta de raiva, eu minto. Eu estou puta de raiva. Pelo tempo que perdi. Sei lá. Acreditando que a pessoa era uma coisa, e no final das contas, não era. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acho que vou seguir aquela máxima: ANTES SÓ DO QUE MAL ACOMPANHADO. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Chega de mendigar, de ir na casa da pessoa implorar por uma visita, chega disso. Por acaso está escrito na minha testa: IDIOTA? Tenho certeza que não. E se esteve escrito, eu já apaguei. Uma coisa eu não vou esquecer. No dia que eu perdi a&amp;nbsp;minha mãe, essa amiga tão idolatrada não teve a delicadeza de ir me ver e me confortar. Como diabos eu pude perdoar isso?! Justificativa: detesta velórios. Eu fico imaginando quando um dos pais dela falecer, o que ela vai fazer... E eu encarava tudo isso numa boa. Assentia para todo tipo de desculpa. E tudo isso por medo de perder a amizade. Mas acabou. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No aniversário de 11 anos da minha filha, eu decidi fazer uma festinha simples. Comprar um bolo e uns refrigerantes, cantar os parabéns e desejar um feliz aniversário. Não exigi ou pedi presentes. Eu só queria a presença. Porque - volto a repetir - as PESSOAS são mais importantes que COISAS (materiais). Além das três amiguinhas da minha filha, apenas uma das cinco amigas que convidem, teve a dignidade e a consideração de aparecer. E um detalhe que me deixa mais revoltada:&amp;nbsp;três delas moram na mesma rua que eu! Mas essa de que trato aqui tinha uma importância maior do que as outras duas. E foi a que mais me magoou de todas. Esse post é um desabafo. E não me importo de contar essas coisas aqui. Afinal, eu não sou a única que passa por esse tipo de coisa. Sei que muitas pessoas podem se identificar com esse fato. Por que quem não gosta de ser considerado, não é mesmo? Quem em sã consciência gosta de saber que não é tão importante assim? Sejamos sinceros: NINGUÉM. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Então fica aqui meu desabafo público. Sem nenhum tipo de preocupação de como isso irá repercutir no meu Facebook. Eu tenho coragem de expor fraquezas e decepções. E me sinto bem assim. Porque depois, tudo passa. O mundo dá suas voltas. A gente aprende. Aprende a valorizar quem realmente merece. Nos tornamos mais seletivas. Escolhemos melhores os amigos, aqueles que queremos como companheiros. E não fazemos nada disso sem passarmos por uma grande decepção, por uma dor. As mudanças trazem sempre uma pitada de dor e sofrimento, mas depois é só alegria. E para quem julgar o motivo bobo, se coloque no meu lugar primeiro, e depois faça sua crítica. Isso é sábio: não julgar antes de conhecer. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um grande abraço.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7318828591605711366-152734323151240688?l=crislaneandrade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/feeds/152734323151240688/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/2012/01/23.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7318828591605711366/posts/default/152734323151240688'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7318828591605711366/posts/default/152734323151240688'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/2012/01/23.html' title='23'/><author><name>Cris Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13262029116826675587</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_VAYlSsr8-3E/TSMwwqhdvMI/AAAAAAAAAbM/3_EqWtnpsEM/S220/OQAAABcsmXkMg2xNjCNPLwFwiiKqhpLBdYGlZJJjvD639PvPsS92Ncpe8S8Vq--UJaNbLfWm19BBxdjDKSj1hRAoVTYAm1T1UKyRUsFi5f3B_IXmw6sKwJ0OHOh4.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7318828591605711366.post-2176438811236781831</id><published>2012-01-04T05:14:00.000-08:00</published><updated>2012-01-04T05:23:25.913-08:00</updated><title type='text'>22</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Me assusto&amp;nbsp;um pouco quando me deparo com a lembrança daquela máxima: A palavra tem poder. Realmente, ela - a palavra - tem o poder de magoar, de alegrar, de curar, de adoecer, de acabar com a sua festa, ou de levantar o seu astral. E diante dessa consciência, me pego escolhendo&amp;nbsp;palavras, as melhores. Lembro bem de como as boas palavras me fizeram falta, no momento que eu mais precisava ouví-las. E nesse ponto, serei um pouco radical: se você tem um amigo ou amiga, e ele, geralmente, só diz péssimas palavras a você, descarte-o. É desumano aturar alguém que só te coloca para baixo. Não se sensibiliza com sua dor. Não se solidariza com suas dificuldades. Sinceramente? Mande-o ir à merda! &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Obviamente, não tenho esses amigos. Porque certamente, já os mandei ir à merda há muito tempo. Lembro bem como eu era alguns anos atrás. Sem ir muito longe, há uns três anos atrás. Parece muito, mas para mim, foi um dia desses. E eu lembro que eu aturava todo tipo de desprezo, na boa. Rastejava - não literalmente, claro - aos pés de pessoas que não mereciam sequer um pingo da minha amizade e da minha consideração. E eu faço questão de dizer isso, pelo simples fato de ter mudado minha postura com relação a isso. Só percebemos as mudanças que sofremos quando comparamos nosso estado presente com o passado. E sabe de uma coisa? É reconfortante saber e ver que mudei tanto. Que melhorei. Eu fico até apaixonada por mim mesma ao saber disso. Que louco. Mas como é bom ser mutável. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Então, a Cris bobinha que se deixava ser feita de idiota se mandou de mala e cuia não sei para onde. Nem me interessa saber. Porque não quero que ela volte. O que eu vejo no espelho é uma mulher que se ama, que se dá valor, que ama os seus, e se dedica a eles. Que não tem mais tempo a perder com pessoas medíocres, com pessoas que não tem nada a acrescentar, pessoas que só nos faz perder tempo e&amp;nbsp; paciência - que, diga-se de passagem, é curta, curtíssima até! &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;SERENIDADE. Diria que essa palavra me identifica bem no momento atual. E observe como ela é linda. Até ao ser pronunciada é linda. Já a pronunciei para uma meia-dúzia de amigos, e pude constatar que causa um bem-estar incrível.&amp;nbsp;Se nunca disse essa palavra, experimente. Depois me conta se sentiu a mesma coisa. Preciso saber se a minha tese é verdadeira, não é mesmo? Senão, depois me chamarão de mentirosa, e eu detesto ser chamada de mentirosa. (risos). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E a serenidade, que fique claro, é consequência da MATURIDADE. Outra palavrinha linda. Sabe quando você está na fase adolescente, e seus pais, irmãos, todos mais velhos que você, subestimam ao máximo sua capacidade de amadurecer? E te chamam de "louca", "irresponsável", "inconsequente", "imatura", e todas essas palavrinhas indesejáveis? Pois é. Eu cheguei no ponto que só lembrar delas me arrepia a espinha. Como eu desejava que elas nunca mais fossem proferidas. E esse tempo chegou. É revigorante saber que você conseguiu ultrapassar obstáculos que pareciam inatingíveis, intransponíveis, mas lá pro meio, você descobre que não eram, e suspira aliviada. Ufa! Consegui! &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Desejo às minhas amigas que estão chegando aos 30 em 2012, ou já chegaram, ou que ainda estão um pouco longe disso, que possam sentir a serenidade e a maturidade lhes bater à porta. E que se abracem, pulem juntas, sorrindo. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um Feliz 2012 para todos! &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Voilà! &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7318828591605711366-2176438811236781831?l=crislaneandrade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/feeds/2176438811236781831/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/2012/01/22.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7318828591605711366/posts/default/2176438811236781831'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7318828591605711366/posts/default/2176438811236781831'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/2012/01/22.html' title='22'/><author><name>Cris Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13262029116826675587</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_VAYlSsr8-3E/TSMwwqhdvMI/AAAAAAAAAbM/3_EqWtnpsEM/S220/OQAAABcsmXkMg2xNjCNPLwFwiiKqhpLBdYGlZJJjvD639PvPsS92Ncpe8S8Vq--UJaNbLfWm19BBxdjDKSj1hRAoVTYAm1T1UKyRUsFi5f3B_IXmw6sKwJ0OHOh4.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7318828591605711366.post-6232163507771315824</id><published>2011-10-14T05:40:00.000-07:00</published><updated>2012-01-04T05:34:48.218-08:00</updated><title type='text'>21</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-hhnuQfM9a_M/TpgytjW5d8I/AAAAAAAAAeQ/Wp_kCkLOecQ/s1600/imagesCAVAA6Q2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="212" oda="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-hhnuQfM9a_M/TpgytjW5d8I/AAAAAAAAAeQ/Wp_kCkLOecQ/s320/imagesCAVAA6Q2.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Sou dessas que,&lt;br /&gt;relampejo,&lt;br /&gt;trovejo,&lt;br /&gt;caio como chuva,&lt;br /&gt;e te afogo.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(Cris Andrade)&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Intempestiva. Arredia. Mandona. Durona. Frágil, às vezes. Eu sou dessas. Sou dessas que não tem papas na língua. Falo o que penso, o que sinto, o que vivo, o que sou. &lt;em&gt;Soul.&lt;/em&gt; Eu sou alma. Feminina. Forte. Eu sou dessas que quando pensam que estou caindo, equivocam-se. Levantei e você não viu, babaca! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Eu sou dessas que não suporto mentiras. Hipocrisias. Falsidade. Não suposto gente &lt;em&gt;fake&lt;/em&gt;, fingida e mal-comida que depois vem dá uma de santinha pra cima de&lt;/span&gt; &lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;moi. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Eu sou dessas que curte ler um bom livro. Mas um bom livro baseado na minha opinião. Porque um bom livro para mim pode ser um péssimo livro para você. Sacou? Não sou dessas que me deixo influenciar por tudo e por todos. Agradeço a Deus por não ser &lt;em&gt;Maria-Vai-Com-As-Outras.&lt;/em&gt; Tenho minha própria opinião formada sobre (quase) tudo&lt;em&gt;.&lt;/em&gt;&amp;nbsp;E as defendo com unhas e dentes. Gosto de ser diferente. De fazer diferente. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Eu sou dessas que vive no mundo da Lua. E é lá que se encontram os meus sonhos mais lindos. Os desejos mais ocultos. Todo o meu maquinário imaginativo-criativo-produtivo. (hehehe). Mas procuro colocar os pés bem firmes no chão, já que não sou muito fã de altura. Sou dessas que mooooorrrreeeee de medo da porra do avião (Santos Dumond duma figa! Hunf! Num tinha outra coisa pra inventar não, meu filho?!), gelo/travo/enrijeço músculos&amp;nbsp;assim que o elevador começa a subir (quem foi o infeliz que teve essa ideia?), tem vertigem quando olha para baixo de um lugar alto, enfim. Sou uma bosta quando se trata de altura, mas nessa Lua eu me sinto tranquila. Porque ela está dentro de mim. Posso subir até ela e descer dela a qualquer momento sem grandes quedas. É tudo uma questão de cálculo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Às vezes calculo mal, noutras me dou bem. E tudo é aprendizado. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Sou dessas que me apaixono com os olhos arregalados. Sim, de medo. Sou dessas que busco sempre dar o melhor de mim. Quando alguém merece o melhor de mim. Caso contrário sou venenosa, ríspida, grossa, sou raio, trovão e tempestade. Aí eu te digo: perdeu, playboy!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Sou dessas que curto um carinho sincero. Sem bajulação. Sem forçar a barra. Sou dessas que faço biquinho, denguinho. Eu tenho o meu nhém-nhém-nhém. E daí? Sou mulher. Eu posso! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Sou dessas que amo sem reservas. Que amo de verdade. Pra valer. E sou feliz assim, mesmo que às vezes eu duvide disso. Mesmo assim. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;em&gt;(num tinha outra coisa para falar, então, falei de mim, oras!). &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7318828591605711366-6232163507771315824?l=crislaneandrade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/feeds/6232163507771315824/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/2011/10/sou-dessas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7318828591605711366/posts/default/6232163507771315824'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7318828591605711366/posts/default/6232163507771315824'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/2011/10/sou-dessas.html' title='21'/><author><name>Cris Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13262029116826675587</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_VAYlSsr8-3E/TSMwwqhdvMI/AAAAAAAAAbM/3_EqWtnpsEM/S220/OQAAABcsmXkMg2xNjCNPLwFwiiKqhpLBdYGlZJJjvD639PvPsS92Ncpe8S8Vq--UJaNbLfWm19BBxdjDKSj1hRAoVTYAm1T1UKyRUsFi5f3B_IXmw6sKwJ0OHOh4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-hhnuQfM9a_M/TpgytjW5d8I/AAAAAAAAAeQ/Wp_kCkLOecQ/s72-c/imagesCAVAA6Q2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7318828591605711366.post-5759777927608068080</id><published>2011-06-28T06:50:00.000-07:00</published><updated>2012-01-04T10:32:36.361-08:00</updated><title type='text'>20</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Um&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size: small;"&gt;amor que nunca se foi.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;I&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Ei, o que você está fazendo aqui?! -&amp;nbsp;Amanda joga a mochila no chão da calçada, em frente à sua casa, com raiva. Eduardo permanece calado, encostado no carro, olhando para ela com os olhos arregalados, sem entender aquele acesso de raiva. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Vamos, responda, eu te fiz uma pergunta, está surdo? - grita. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Mas que droga, deixe de ser histérica, como o que estou fazendo aqui ora, vim te ver, está louca? -, Eduardo desencosta do carro, tenta se aproximar de Amanda, que ainda está de cara feia, com os braços cruzados, batendo o pé freneticamente. Brava. Bravíssima.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Não se aproxime. Não tenho nada pra falar com você, seu cretino! - esbraveja.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Mas, Amanda... que diabos... que bicho te mordeu?! Sinceramente, não estou entendendo nada...” Eduardo vira-se, colocando as mãos na cabeça. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Você é mesmo um burro, nunca entende nada até que esfreguem bem no meio dessa sua cara limpa... mas não se preocupe, irei refrescar sua memória.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Amanda abaixa-se para pegar alguma coisa na mochila. Abre o zíper. Mexe, revira, até que encontra.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;-&amp;nbsp; Aqui. Pegue! - passando o papel meio amassado para Eduardo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Mas... mas o que é isso?! &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Eduardo olha meio torto, desconfiado para o papel amassado, pega, e começa a desamassá-lo, e quando abre, não acredita no que lê. Ah, palavras traiçoeiras. Fica pálido. Não consegue olhar para Amanda. Silêncio. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Entendeu agora, senhor Eduardo? Está aí o bicho que me mordeu. E que mordida, viu? Tá doendo até agora! Agora, vê se desaparece da minha vida. Não quero mais ver essa sua cara, que aliás, não é limpa, é suja! Suja! Seu safado! Quer saber? Vai à merda! você e... -&amp;nbsp;Amanda bufa, engolindo o restante das palavras. Pega a&amp;nbsp;mochila do chão, e entra veloz dentro de casa, batendo o portão com toda sua força em seguida. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ele ainda está ali. Perplexo. Como ela descobriu?, pensa o ingênuo Eduardo, que não se cansa de subestimar a genialidade feminina, sim, elas são geniais, geniosas, caprichosas, e não se deixam ser feitas de tontas. Caro Eduardo, devo lhe confessar que você foi mesmo um grande merda, hein? Que cagada! Volta a dobrar o papel ainda amassado, e coloca no bolso traseiro da calça jeans. Pega o celular do bolso lateral, e disca um número.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Amanda chora desconsolada. De raiva. Raiva que não acaba mais. Pequenos trovões parecem sacolejar aquele coração que estava tão calminho, sem sinal de tempestade. O celular de Amanda toca. Chama uma, duas, três, quatro vezes... até que ela decide atender. Olha o &lt;em&gt;display&lt;/em&gt;. Número privado. “Mas é um imbecil mesmo, como se eu não soubesse... essa desgraça vai chamar até ele morrer de insolação de tanto sol na moleira, pra largar de ser babaca! Babaca! Idiota! Imbecil!” Coloca no silencioso. E mais uma vez: “Imbecil!”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Tempestades. Tempestades em copo com água. Tempestades em corações desabrigados. Pegando chuva. Chuva forte. Torrencial. Se molhando. Se encharcando. Se enchendo. Se afogando. E quase morrendo. Mas por que diabos ela sofre tanto, se ele é só um babaca, um imbecil, um merda, um idiota, e para economizar, um insignificante? Ou será que mesmo ele sendo tudo isso, ainda signifique alguma coisa para ela? Amanda já não sabe mais. Mas ela pensava que sabia. Ela, na verdade, tinha quase certeza. Só que aquele bilhete escroto destruiu seu castelo, porque as palavras que estão escritas ali são fortes como Ondas bravias, e o castelo... ora, ele era de areia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Eduardo desiste de tentar se explicar para Amanda. Desliga o celular. Coloca-o no bolso da calça. Abre o carro, entra, dá a partida e sai. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A vida é mesmo um perde-e-ganha. E nesse caso, todos perderam e ganharam. Não porque perderam um ao outro, mas porque se perderam de si mesmos. Perderam o amor que nutriam um pelo outro, em troca da liberdade que ganharam para continuar tentando reconstruir suas vidas. Continuar buscando aquele Amor. Mas talvez Eduardo continue tentando reconquistar Amanda, ou termine o que começou naquele bilhete cretino, e talvez Amanda consiga perdoar Eduardo por tanta burrice, ou então o considere um idiota completo, e chegue à conclusão de que ele não serve mesmo para ela. E assim a vida continua. Ora tensa. Ora sorridente. Ora enfadada. Ora ofegante. Ora tempestiva. Mas sempre viva. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;II&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No dia seguinte. Tarde calorenta. Tarde abafada. Tarde chata.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Amanda! -&amp;nbsp;grita Sônia, sua mãe - tem visita pra você! &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Sônia fecha a porta atrás de si. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Pode sentar, ela já está descendo. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Sônia some na casa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Admiro a coragem. Admiro pessoas cheias dessa coisa. Pessoas dispostas a corrigir erros. Pessoas que nasceram para tornar os outros livres de suas prisões. Ah, como admiro essas pessoas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Oi, mamãe... mãe? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Amanda procura e não vê ninguém.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Oi, Amanda, aqui - diz ela. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Amanda vira-se e depara-se com uma jovem loira, alta e corpulenta, bonita. Sorri tentando disfarçar a desconfiança. “Oi, quem é você?”, Amanda analisa aquele rosto, mas ele não lhe é familiar. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;-&amp;nbsp; Desculpa, mas não sei mesmo quem é você... - e cruza os braços.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Tudo bem, isso não será mais problema, sou Juliana - ela estende a mão para cumprimentar Amanda, que aperta a mão de Juliana. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Sente-se. Então, o que você tem pra me dizer, Juliana? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ambas se sentam.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Oh céus, os trovões. Uma tempestade. E mais chuva. E mais relampejo. Ela precisa ser forte. Afinal, tempestades foram feitas para serem enfrentadas, e com coragem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- É sobre o Eduardo... melhor... sobre o bilhete que você achou... - diz Juliana com uma serenidade desmedida, sem tirar os olhos de Amanda. Os braços sobre os joelhos flexionados, mexendo as mãos em notas de explicação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Mas que diabos, eu não o mandei sumir?! Será que eu falei em línguas estranhas?! Amanda levanta-se bruscamente do sofá, levando a mão à testa. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Coitado... Olha, o que quer que você queira me dizer, não interessa mais... e... se você for a tal garota deslumbrante pra quem ele se derreteu feito um picolé naquele bilhete..., bom, se você for ela, então&amp;nbsp;não deveria estar aqui perdendo tempo comigo, tentando me explicar seus erros e os erros dele... já disse, não me interessa... &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Amanda cala-se, deixando que Juliana termine.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Olha Amanda, eu e o Eduardo... nós não ficamos; não fizemos nada... ele até que tentou... foi gentil... mas eu sabia que ele tinha você... Olha, não estou aqui querendo aliviar a minha barra, nem a dele... só queria que ficasse tranqüila, eu não permiti que ele te traísse... pelo menos, não comigo... - diz ela envolta no seu manto de calmaria.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Ok, e o quê você quer? Que eu a agradeça pelo milagre de não se render aos encantos daquele Dom Juan de quinta categoria? É isso?! Ah, faça-me o favor! Não sei se você entendeu, mas eu disse que não me interessa mais, e parece que falei na mesma língua que a sua, então, você entendeu!&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Amanda sai em direção à porta como que para enxotar a outra porta afora. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Agora você pode me dá licença, preciso estudar. E não perca mais seu tempo comigo! Amanda segura a porta, esperando que Juliana saia. Juliana levanta-se do sofá, com um semblante preocupado e entristecido. Ela&amp;nbsp;insiste mais um pouco, mas&amp;nbsp;em vão.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- A...&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;Amanda fecha a porta atrás de si com força, sem deixá-la terminar. "Era só o que me faltava... essa cretina vir até à minha casa para limpar a barra daquele outro cretino... Se merecem mesmo. Imbecis!" E sobe para o quarto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ela é assim mesmo. É arredia. Tempestiva. Arisca. E sempre faz com que você se sinta um derrotado, mas é porque essa é a única forma que encontrou para proteger a si mesma de chuvas e trovoadas inesperadas. Mas ela tem um coração bom. E chora. E lava a alma. E perdoa. Mas não demonstra. Tem medo que a machuquem mais. Um dia quem sabe ela aceite a explicação de Juliana, que enfrentou a tempestade sem guarda-chuva, quem sabe um dia ela esqueça, mas claro, se a deixarem esquecer.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Mamãe! -&amp;nbsp;grita da escada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Sônia aparece na sala segurando um pano de enxugar pratos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Oi Amanda, o que aconteceu?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Não deixe o passado entrar por aquela porta, promete? - pede implorando, iludida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Mas Amanda... - diz a mãe sem entender bem o que aquele pedido significa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Só prometa, mamãe. Compreender é outra coisa. Só prometa...- insiste.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;-Tá bom. Passado não entre mais aqui, entendeu? - brinca, revirando os olhos, falando em direção à porta. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Amanda ri. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Assim mamãe, perfeito! - E sobe as escadas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Agora eu senti um pouco de pena. Ora, o passado volta. De forma diferente de quando era presente, mas sempre volta. Ele começa com pequenos chuviscos. E quando você se dá conta, já alagou tudo. E é uma tristeza. E é um choro que soluça. E é uma raiva que reabre. E é um querer morrer. Um querer sumir. Um querer inexistir. E é por isso que sinto um pouco de pena, porque é justamente o que ela está fazendo agora naquele quarto branco, naquela cama que mais parece um tapete de espinhos. Um soluço. E outro. E mais outro. E os livros fechados. E os cadernos intactos. Um trovãozinho. E um relampejo. E ela dorme porque cansou de chover.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;III&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Noite. De qualquer forma, noite. De Lua. De Frio. De ventos leves. Noite de calma.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Eduardo buzina. Ela ainda deve estar acordada. Ela tem que estar acordada. Eduardo olha para o relógio de pulso. Ainda são 19h20. Buzina mais uma vez. Desça princesa, desça. É preciso agir a tempo antes que a chuva faça desaparecer um pedaçinho de terra que ainda resta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O portão se abre. Ali está ela, usando um vestido longo por baixo de um moletom. Eduardo se aproxima. Tenta lhe beijar a face, mas ela se afasta levemente. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;“Ei”, pega o rosto dela, e segura, olhando fixamente em seus olhos castanhos claros, “olha aqui, eu sei que eu fui um idiota, cretino, safado, burro... eu estava inseguro, cacete! Não sabia o que queria de verdade... com você... bom, eu não gosto de ficar me justificando... vim só pra te entregar isto”, e tira uma caixinha aveludada cor vinho de dentro do bolso lateral da calça, “espero que goste... sei que você vale mais que tudo isso, mas, não sabia direito como recomeçar, achei que&amp;nbsp;você pudesse gostar...”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ela enxuga as lágrimas que não conseguiu conter, e pega a caixinha. Sacode junto ao ouvido. Não escuta nada. Não pergunta nada. Não diz nada. E entra. Dessa vez ela fecha o portão calmamente. Abre a caixinha. Curiosa. Uma pulseira de ouro. Linda. Sorri. E ela se lembra dos icebergs. E ela vê uma ponta surgir. E de repente vê um inteiro. Perdão. Sim, ela vale mais que aquela joia. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Eduardo não saiu dali. Dá voltas na calçada. Vira-se de costas para o portão. Ainda tem esperanças que aquela tempestade chata vá embora de uma vez por todas. Não sabe mais o que fazer. Bate no pneu traseiro do carro, com as&amp;nbsp;mãos enfiadas nos bolsos laterais da calça. Olha para o céu. E o céu está lindo. Cheio de pontos brilhantes. E a Lua está bonita. Mas a noite não está boa. Está fria demais comigo. Fria demais. Não deveria.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Um movimento pensado. Orquestrado. Passos macios, lentos, silenciosos. Um portão que se abre quase que silenciosamente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Eduardo continua ali. Parece contar as estrelas, mas na verdade, ele não quer que as lágrimas o entreguem, pois cansou de ouvir que homem não chora. Mas quanta besteira! Por acaso são robôs? Por acaso têm pedra no lugar do coração? Não. Impossível. Então sendo assim, chore logo de uma vez, e permita-se ser o homem que for. E ela cai. Mas ele enxuga logo em seguida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Uma mão toca o ombro de Eduardo. Macia. Leve. Calma. Calminha. Ele se vira, e percebe que agora ela sorri. A tempestade foi embora. E tomara que tenha ido de vez. E agora vê mais um sorriso. Um meio sorriso. Mas de qualquer forma, é um sorriso. E é lindo. Lindo de ver. Lindo de sorrir. Eduardo não resiste. Não espera. Ele a beija, amassando-lhe os cabelos, e apertando, e abraçando-a com vontade. E ela se entrega, solta os braços, e depois os leva até o pescoço de Eduardo, e passa as mãos pelas suas costas, por cima daquela malha macia. E ficam ali abraçados.&amp;nbsp;Foi um beijo de perdão. Um beijo de paixão. Um beijo de recomeço. Um beijo de Amor. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Agora tem que me prometer uma coisa...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;-&amp;nbsp;Qualquer coisa...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Serás fiel a mim...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Serei fiel a&amp;nbsp;ti." &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Prometido. Prometidos.&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;Uma estória de amor escrita por&amp;nbsp;Cris Andrade. Direitos resevardíssimos!&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7318828591605711366-5759777927608068080?l=crislaneandrade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/feeds/5759777927608068080/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/2011/06/um-amor-que-vai-mas-volta-e-na-verdade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7318828591605711366/posts/default/5759777927608068080'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7318828591605711366/posts/default/5759777927608068080'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/2011/06/um-amor-que-vai-mas-volta-e-na-verdade.html' title='20'/><author><name>Cris Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13262029116826675587</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_VAYlSsr8-3E/TSMwwqhdvMI/AAAAAAAAAbM/3_EqWtnpsEM/S220/OQAAABcsmXkMg2xNjCNPLwFwiiKqhpLBdYGlZJJjvD639PvPsS92Ncpe8S8Vq--UJaNbLfWm19BBxdjDKSj1hRAoVTYAm1T1UKyRUsFi5f3B_IXmw6sKwJ0OHOh4.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7318828591605711366.post-8043437027582855982</id><published>2011-06-24T08:00:00.000-07:00</published><updated>2012-01-04T05:37:31.157-08:00</updated><title type='text'>19</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-g6Wg2d2n6n4/TgSpzo0LTLI/AAAAAAAAAd4/XkT7Ow_thO4/s1600/imagesCAA2NA7G.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="156" i$="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-g6Wg2d2n6n4/TgSpzo0LTLI/AAAAAAAAAd4/XkT7Ow_thO4/s200/imagesCAA2NA7G.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Vou jogar a real: é chato pra cacete. Pelas simples razões:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1. Você não vê a pessoa em carne-e-osso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2. Não dá para abraçar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;3. Não dá para beijar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;4. Não dá para agarrar ela com força, desejo, vontade, paixão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;5. Nao dá para fazer sexo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;6. Não dá para conversar de forma humanamente confiável.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;7. Não dá para olhar nos olhos e saber se ele realmente falou a verdade quando disse que estava afim de você.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;8. Não dá para saber se ele é realmente do jeitinho que você gosta.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;9. Não dá para ouvir a voz, exceto, se você ligar para o celular dele, ou qualquer outro número disponível, e usar o pretexto da distância como desculpa, e ele te achar uma chata pegajosa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;10. Não dá para amar de verdade desse jeito. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A tela do computador está diante dos seus olhinhos brilhantes, desejosos em encontrar um adônis, ou simplesmente, um gatinho pra chamar de seu e fazer miau. Há uma quantidade variável de solteirões espalhados por todas as redes sociais já criadas no mundo. Há um sorte variada também de separados, divorciados, e casados-safados, mas esse último a gente deixa para lá, não é? É. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Verdade, que eu fico empolgada quando encontro o perfil de um cara, que no primeiro instante, parece ser interessante. O que uma boa foto não faz?! Charme é tudo na hora da conquista. Só que o detalhe da foto, ainda que boa, não dá para transmitir todo o charme e carisma da pessoa. Tem um conjunto de fatores por trás. Mas quem disse que eu fico pensando nos outros fatores restantes? Eu sou uma louca. Se for um bonito-meia-boca, eu quero. Se bem que, ultimamente, ando revendo meus conceitos. Não. Não estou dizendo aqui que descarto os outros fatores... jamais! Além de ter uma aparência bacana, ele tem que ter conteúdo, senão, tô fora. Já pensou um bonitão falando que a torre Eiffel fica em Roma? Ou que lagosta é um peixe? Ou que mulher não tem que trabalhar, nem pagar as contas, nem nada dessas coisas, e que a mulher tem que ficar dentro de casa, com a cara enfiada na pia e coisas do gênero? Já pensou se é um monstro que, na verdade, se esconde por baixo da fantasia de príncipe, e você cai feito uma pata choca? Ui, medo! É... Desconfiar nunca é demais. Já dizia eu mesma para mim mesma, seguindo o conselho de minha saudosa mãezinha. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A verdade é que homem gosta de mulher inteligente. E mulher, INDISCUTIVELMENTE, também tem que gostar de homem inteligente. Sorte que, nos chats, dá para perceber ainda que de forma superficial, se aquele carinha é inteligente, mas ele pode estar apenas "fazendo tipo", o que pode se tornar uma coisa desagradável ao se conhecerem pessoalmente, até mesmo porque uma hora a máscara cai, e você não teve a ideia genial de criar um 'help desk'. &lt;em&gt;And now?&lt;/em&gt; Foi mal. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tive, peraí, deixa eu contar nos dedos. Hmm. Três relacionamentos virtuais. Três e meio, vá lá. Meio, porque não vingou. Mas estava quase. Enfim, não vou falar disso. A verdade, é que cada um desses relacionamentos teve pontos distintos, mas com algumas similaridades, contando com a distância. E vocês vão ficar curiosos, porque eu não vou contar detalhes aqui. Pelo menos, uma vez na vida, preciso aprender a ficar com meus segredos bem guardados. É o tipo de coisa que eu não preciso espalhar na internet. Óia, quem diria, hein, Cris? Aprendeu a lição. Que coisa boa! Gostei de ver! (eu preciso me dá um pouco de moral, só pra continuar no ritmo, e não desenbestar de novo. risos).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"No pain, no gain", diz a frase que agora não lembro o autor, mas ela é bem verdadeira, em toda sua essência. Sem dor/sacrifício não há ganhos. Mas posso te dizer uma coisa? Essa frase cai bem para aqueles que não costumam desistir no meio do caminho. Eu já fui as duas coisas: a que queria prosseguir e a que queria cair fora urgentemente. Então, posso dizer que essa frase já fez sentido para minha vida alguma vez. Tudo bem, eu disse que não ía contar detalhes dos meus relacionamentos virtuais/à distância, mas preciso usar um como exemplo, mas sem grandes detalhes. Em 2008, conheci uma pessoa, numa comunidade do Orkut, que eu participava bastante. Achava a pessoa chata no começo, mas depois fui simpatizando com ela. Ele era um ateu destemido, e eu uma crente defendendo a fé com unhas e dentes, ainda que não tivesse ótimos argumentos, usando de falácias e clichês, bom, começamos a conversar, e nessa época eu trabalhava em um cartório. Era o meu primeiro emprego bem-sucedido, posso dizer assim, não era o primeiro emprego de fato, porque antes havia trabalhado como professora de inglês, mas era o emprego em que eu estava ganhando bem, bem melhor do que como professora. Enfim. Telefonemas. E-mails. E muitas conversas no MSN. Familiar? Sim, hoje em dia, isso soa bastante familiar. Nossa, eu me sentia (e ele também, pelo menos eu acreditei) que eu tinha encontrado o "HOMEM DA MINHA VIDA". Que mulher não gostaria de estar certa nessas horas, não é mesmo? Poisé. Contei o máximo de informações a respeito de mim mesma, para que nada saísse errado, afinal de contas, com a distância, você precisa, e isso porque você tem uma preocupação horrorosa com uma possível rejeição (mas nessas horas a gente meio que nega essa possibilidade - autoconfiança demais é fogo!), então você precisa passar confiança para o sujeito do outro lado da linha telefônica/tela do computador. Só que às vezes, imturamente, você se excede e conta mais do que devia. Mas a pessoa suaviza sua barra, e você pensa: ufa, ainda bem que ele entendeu. Ah, você ainda não sabia o que te aguardava, little sunshine. Eu fiz questão de explicar a história do primeiro emprego bem-sucedido porque a loucura vem agora. Pelo menos, naquele ano, isso para mim foi uma grande loucura. Louca e àvida por amor, perdidamente apaixonada, deixo o emprego e corro para os braços desse homem. O final da história vocês já sabem, né? Afinal de contas, tem uma mulher ainda&amp;nbsp;solteira contando isso para vocês do outro lado da tela do computador. Poisé.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Já cogitei&amp;nbsp;voltar a usar o meio&amp;nbsp;de conquista convencional. Andar na rua,&amp;nbsp;esbarrar na pessoa, pedir desculpa desconcertada, olhar para a cara do sujeito, achar ele um fofinho, ficar com&amp;nbsp;vontade de pedir o número do celular, mas fica com vergonha e medo de ser&amp;nbsp;atirada demais, esquece, e saí com cara de quem&amp;nbsp;esbarrou e não pegou. Hunf. Sinto muita falta daquela minha sem-vergonhice. Daquele descaramento. De encarar o homem sem medo do que ele estivesse pensando e nhac, eu tirava uma casquinha, e depois eu podia me lambuzar com o sorvete todo. Ah, céus, onde foram parar?! &amp;nbsp;E não dá para fazer isso na internet. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sou carente. Gosto da presença. Gosto do calor humano. Do calor do abraço. Dos lábios queimando em um beijo apaixonado. Do corpo se desmanchando, quase que cedendo. Ai, meu Deus, eu gosto muito disso! Eu quero muito isso! Eu preciso muito disso! Será que dá para entender? Por que os homens fogem? Quanta contradição! Por que negam fogo?&amp;nbsp;Por que não se abrem para uma história de amor? Estou errada por que sou direta, por que falo na cara dura o que sinto, por que me apaixono rápido demais, por que começo a sonhar acordada com a pessoa que acabei de conhecer, é isso?&amp;nbsp; Mas por que estou errada? O amor tem regras? Ah tá lembrei: "o amor tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta, o amor jamais acaba.". Tá, mas e aí? Eu não sou de ferro, gente! Uma hora tem que aparecer um homem que olhe para mim e diga: "Gostei de você, quer namorar comigo?" (nesse caso eu tenho que estar interessada na pessoa, e é por essa reciprocidade que eu torço!). E se eu perceber que ele ficou afim, mas&amp;nbsp;não sabe como fazer, não tem problema, eu faço!!&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essas coisas bem que poderiam funcionar COMIGO na internet.&amp;nbsp;Ainda não entendi qual é a dificuldade. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Inigualavelmente, &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cris.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7318828591605711366-8043437027582855982?l=crislaneandrade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/feeds/8043437027582855982/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/2011/06/relacionamentos-distancia-e-minha.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7318828591605711366/posts/default/8043437027582855982'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7318828591605711366/posts/default/8043437027582855982'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/2011/06/relacionamentos-distancia-e-minha.html' title='19'/><author><name>Cris Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13262029116826675587</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_VAYlSsr8-3E/TSMwwqhdvMI/AAAAAAAAAbM/3_EqWtnpsEM/S220/OQAAABcsmXkMg2xNjCNPLwFwiiKqhpLBdYGlZJJjvD639PvPsS92Ncpe8S8Vq--UJaNbLfWm19BBxdjDKSj1hRAoVTYAm1T1UKyRUsFi5f3B_IXmw6sKwJ0OHOh4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-g6Wg2d2n6n4/TgSpzo0LTLI/AAAAAAAAAd4/XkT7Ow_thO4/s72-c/imagesCAA2NA7G.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7318828591605711366.post-6308720758248854978</id><published>2011-06-21T07:14:00.000-07:00</published><updated>2012-01-04T05:38:46.781-08:00</updated><title type='text'>18</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-z4m31PXpR6Q/TgCsB7ppGfI/AAAAAAAAAd0/CjnwcAx2PII/s1600/tumblr_lcvagy8Dvp1qej43vo1_500_large.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="212" i$="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-z4m31PXpR6Q/TgCsB7ppGfI/AAAAAAAAAd0/CjnwcAx2PII/s320/tumblr_lcvagy8Dvp1qej43vo1_500_large.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;1) Ao longo desses trinta e um anos descobri muitas coisas a meu respeito. Descobri através da família, dos amigos, de livros. Através de mim mesma. Percebi as falhas. E agora, estou tentando consertar. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2) Consertar falhas é humanamente chato. Mas é divinamente necessário. Quando buscamos melhorar o nosso relacionamento com o outro, reparar algumas falhas pode salvar vidas. A sua e a do outro, que, indiscutivelmente, se sente afetado pelas suas falhas. Não que ele vá cometer a mesma falha, mas pode se sentir desmotivado por ela.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;3) O outro sempre me desnorteou. E sempre foi o meu norte, por isso sempre me desnorteou. Esse outro-comum não deveria ser jamais, em hipótese alguma, o meu norte. Nem tampouco, o meu centro. Mas eu me equivoco quando digo que penso em mim mesma, que me amo, que me preocupo comigo mesma. Não. Não. Eu não faço nada disso. Eu penso nos outros, penso no que os outros pensam de mim, eu quero agradar os outros, amo os outros, me preocupo com os outros, me importo (excessivamente) com os outros - embora já tenham dito que eu nunca fui tão altruísta assim - esquecendo completamente de mim mesma. Faço tudo isso pela culpa. Pela culpa de pensar só em mim. De querer só pra mim. De ser só eu. Estou tentando ser menos egoísta e controladora. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;4) Sempre pensei que estava fazendo tudo certo. Dizia que aqueles que me enchiam o saco com críticas eram maus, e queriam me diminuir a qualquer custo. Eu estava enganada. Essas pessoas só estavam me apontando essas falhas que eu fazia questão de não enxergar e, se caso enxergasse, não queria acreditar que eram tão visíveis e verdadeiras&amp;nbsp;assim. Negava-as. Busquei desculpas. Convenci a alguns, e a outros nem tanto. Cansei do joguete de manipulação. De me encaixar perfeitamente no papel de vítima e culpar os outros pelas minhas fissuras. Vamos encarar os fatos, minha cara: você mesma é culpada pelo seu insucesso com os outros e com as coisas. Você mesma é quem comete seus erros. Ninguém os comete por você. É você mesma que se desequilibra na corda-bamba da vida por ser ansiosa demais e querer chegar antes de todos até o fim da corda. Cuidado. O outro, na calma, vai andando devagar sobre a corda, e com paciência consegue chegar ao final da corda sem cair. E você, no estresse, vai andando nervosa e intensa demais, e impaciente, desconcentra e cai. Será que é tão difícil assim de entender, Cris? Será que não percebe? As coisas me parecem bem claras, agora. Penso que já está na hora, minha pequena, de fazer das suas tentativas, sucessos, e não mais, frustrações. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;5) Mas vamos lá! Todo mundo erra, e isso não é uma falácia, mas pode ser um clichê. Afinal de contas, todos nós já sabemos e estamos cansados de saber que somos tão suscetíveis à falhas como qualquer outro mortal. Então, respire aliviada. Esse é mais um motivo (e grande!) para manter a calma. Seu desespero vem da ânsia por acertos e mais acertos. Ela te corrigiu demais, não foi? Você não podia errar, não é mesmo? Muita cobrança. Você tinha que retribuir. De alguma forma.&amp;nbsp;Da&amp;nbsp;MELHOR forma possível. Só que você fez tudo errado.&amp;nbsp;Mas, preste atenção, não vamos voltar para o jogo de culpas. Ela tentou fazer o melhor que pode para que você vencesse. Ela pensou que estava fazendo certo. Ela era inexperiente. Ela também falhou, Cris. Entenda. Perdoe. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;6) Seu perfeccionismo te atrapalha, sabia? Te atrapalha demasiadamente. Você precisa&amp;nbsp;largar essa bagagem. Ela é pesada demais para você. Você não é perfeita, querida. Nem nunca será. Há chances de se tornar perfeita em outro plano fora deste. Dizem. Pode ser que seja verdade, então se for, se reserve o direito de aceitar suas falhas, mas não se esconda no álibi de que tem que falhar sempre para ser mais humana. E alguns acertos são bem-vindos. A vida, no final das contas, é um jogo de erros e acertos. Não só de erros. Nem só de acertos. É um meio-termo. Sempre. Mas você é teimosa e obstinada, não é mesmo? Se você fosse construir uma gangorra, não consigo apreciar a forma que teria... seria bem sem-graça. Pois iria querer que ela ou ficasse só em cima, ou ficasse só embaixo.&amp;nbsp; Inviável. A gangorra verdadeira é a que desce e sobe. Uma hora você pode estar na ponta que sobe, e o outro na ponta que desce. E por aí vai. Mas olha só! Que coisa boa. Pode haver um equilíbrio entre uma extremidade e outra, e ambos ficarem na mesma posição por um tempo considerável, num jogo de forças dos corpos, mas uma hora alguém vai ter que ceder: um sai, e outro desce em seguida, e acabou a brincadeira. Conseguiu entender a física? Então, não queira ser a super-mulher. E essa história de mulher-maravilha aconteceu porque&amp;nbsp;essas pessoas não aceitaram o fato de serem mortais e limitados. Você não tem que embutir isso em você, chèrie. Não mesmo. Se aceite imperfeita, falha, mas sempre com a capacidade de melhorar. Sempre. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;7) Admitiu que errou? Certo. Ainda se sente culpada? Sim, eu sei que ainda se sente culpada. Mas como estamos falando de tentativas, então tente não se sentir culpada, e aceite que você é uma humana, que erra, que falha, e não é perfeita. Eu sei que você ainda insiste em ser maravilhosa, perfeita, uma pessoa UAU!, mas engula um pouco o orgulho, e se humilhe, reconhecendo que você erra pra cacete, fala bobagens, machuca as pessoas, distorce os fatos, se ilude à toa, peca por&amp;nbsp;julgar em excesso, e não se dar conta do resto, e por perder tempo demais com essas bobagens. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;8) Tente outra vez. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://1.gvt0.com/vi/ocDlOD1Hw9k/0.jpg" height="266" width="320"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ocDlOD1Hw9k&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266"  src="http://www.youtube.com/v/ocDlOD1Hw9k&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7318828591605711366-6308720758248854978?l=crislaneandrade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/feeds/6308720758248854978/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/2011/06/tentativas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7318828591605711366/posts/default/6308720758248854978'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7318828591605711366/posts/default/6308720758248854978'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/2011/06/tentativas.html' title='18'/><author><name>Cris Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13262029116826675587</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_VAYlSsr8-3E/TSMwwqhdvMI/AAAAAAAAAbM/3_EqWtnpsEM/S220/OQAAABcsmXkMg2xNjCNPLwFwiiKqhpLBdYGlZJJjvD639PvPsS92Ncpe8S8Vq--UJaNbLfWm19BBxdjDKSj1hRAoVTYAm1T1UKyRUsFi5f3B_IXmw6sKwJ0OHOh4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-z4m31PXpR6Q/TgCsB7ppGfI/AAAAAAAAAd0/CjnwcAx2PII/s72-c/tumblr_lcvagy8Dvp1qej43vo1_500_large.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7318828591605711366.post-3055719982024819752</id><published>2011-06-09T05:20:00.000-07:00</published><updated>2012-01-04T05:39:17.500-08:00</updated><title type='text'>17</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-zUCQCy7WXCo/TfC_mnThSjI/AAAAAAAAAds/XsgbGawL1G4/s1600/imagesCAN3EL9D.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="265" src="http://4.bp.blogspot.com/-zUCQCy7WXCo/TfC_mnThSjI/AAAAAAAAAds/XsgbGawL1G4/s400/imagesCAN3EL9D.jpg" t8="true" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Nunca fui uma pessoa calma. Digo isso sem medo de errar. Minha ansiedade fora do padrão virou bichinho de estimação. Tá comigo 24h, mas nem sempre recebe os cuidados necessários. Admito. Até 1999 eu nem sabia que era patologicamente ansiosa. Só descobri em 2003 quando tive minha primeira crise de pânico. Durante seis anos tomei ansiolíticos e&amp;nbsp;antidepressivos. Mas tinha chegado a hora de parar, e foi isso que eu fiz. Tô sobrevivendo. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sim, existe diferença entre um cérebro que funciona a 80km/h e outro que funciona a 200km/h. Tipo o meu, entende? Mas o que a velocidade dos pensamentos tem a ver com a ansiedade? Tudo! Praticamente. Enquanto meu cérebro produz mil pensamentos por segundo (mpps), meu corpitcho quer acompanhar, e aí já viu, né? Ansiedade na certa. Porque, afinal de contas, somos completamente livres no mundo das ideias, mas quando se trata do campo da realidade em que estamos inseridos, essa liberdade muitas vezes sofre algumas lapidações. No mundo das ideias você pode aparecer no seu local de trabalho ou em qualquer outro lugar, vestindo lingerie e cinta-linga ou apenas nu, na frente dos colegas, mas na realidade isso é quaaaasee ou beeeeem improvável/inviável e na melhor das hipóteses, impossível. Bom, mas isso depende de outra característica de pessoas com um alto grau de ansiedade: o impulso/start e a coragem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ainda sou muito impulsiva. Já fui bem mais, mas hoje em dia, ando mais moderada (pelo menos eu acho, né?), embora eu admita que preciso melhorar uns 85%. Quando saía para as baladas (isso na década de 90! - sendo que a última vez que fui à uma balada foi em 2008), eu não media esforços pra ficar com o garoto que chamava minha atenção do outro lado da pista. Era pá puff. Estilo "chegou, chegando". Hoje, graças a Deus, a coisa mudou de figura. Minha cara de pau virou cara de tô-te-olhando-mas-vou-fingir-que-não. Claro que, os "n" comentários desfavoráveis ao meu jeito "chegou-chegando" por parte das amigas conservadoras (ma non troppo), e dos marmanjos cheios de frescura e falso moralismo, fizeram com que eu caísse na real, e repensasse o uso da tal discrição, que naquela altura do campeonato, eu só conhecia de ouvir falar...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É, confesso que essa discrição tem me ajudado um pouco. Só um pouco (sou uma pessoa insatisfeita por natureza, mas isso é tão inerente a qualquer ser humano, não é mesmo?). Isso se deve ao fato de eu ser bastante inquieta com o silêncio, com a lerdeza das coisas, e das pessoas. Sou daquelas que são fissuradas em "quebrar o gelo", melhor ainda, derretê-los. Então, nessas horas, eu costumo fazer alguma coisa-não-discreta apenas por não suportar o frio e o silêncio. Coisa mais chata do mundo é uma pessoa supersilenciosa e superfria. Fala a verdade. Ninguém merece. Lembre-se: sou ariana/fogo/calor. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não paro quieta, e sei que muitas vezes, minha inquietação desnorteia quem está por perto. Não, eu não fico andando feito uma barata tonta (isso acontece apenas quando estou sozinha em casa envolvida nas minhas multitarefas); o que acontece é que quando estou com os/as amigos/as, minha inquietude se manifesta na intensidade das palavras, da voz, dos gestos - sou verborrágica, ou seja, falo pra cacete (isso se&amp;nbsp;você der a brecha, aí eu vou que vou). Por isso, se alguém quiser&amp;nbsp;concorrer ao cargo de "melhor amigo/a da Cris" seja um ótimo ouvinte e tenha a santa paciência de Jó - o que não deve ser muito fácil, hehe. Mas conheço uma amiga acolá que se supera, viu? hihi. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tenho uma capacidade anti-masculina (já que os homens vão por etapas) de fazer mil-e-uma-coisas ao mesmo tempo, aqui e agora. Adoro ir para a cozinha preparar o almoço com o rádio ligado. Já imaginou, né? Preparo a comida, danço, lavo a louça, danço, canto, limpa o banheiro, lava a roupa, e eu tô lá dançando, e isso numa velocidade frenética. A única coisa chata desse ritmo acelerado é a enorme dificuldade para ganhar quilinhos, isso porque meu metabolismo, tão acelerado quanto o meu cérebro, me impede de vestir aquele vestido lindo, de tafetá, manequim 40, que usei quando pesava belíssimos e saudáveis 52 kg, e que hoje, me faz parecer um palito de picolé... Impressionante...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E claro que ainda enfio os pés pelas mãos, e é muito chato atropelar as coisas. Você se machuca. Mas eu preciso entender que não é culpa minha se eu nasci com um cérebro meio-assim ("meio-assim" é melhor que danificado). E uma das minhas maiores dificuldades está nos meus relacionamentos amorosos/afetivos. Se você prestar atenção, iniciar uma amizade não requer tanto preparo, não tem etapas, você não fica confabulando maneiras de abordagem e bla bla bla, por isso que seus amigos não te deixam, mesmo quando descobrem que você é meio tan-tan, na melhor das hipóteses, diga: diferente da maioria das pessoas. Ninguém diz para um amigo: "vamos com calma". Mas aquele carinha de quem você está gostando, diz. Por quê? Pelo simples fato de que não se trata de uma simples amizade. Nem colorida é. Se trata de um interesse amoroso que envolve sentimentos que não rola dentro de uma amizade, amizade-mesmo, e&amp;nbsp;esse tipo de envolvimento é cheio de etapas/degraus/níveis e o escambal. É como ter que devorar um leão por dia, subir um degrau por vez, etc., etc., etc. Na pior das hipóteses, os relacionamentos amorosos vem com um "passo-a-passo", e que muitas vezes, quem costuma ser mais acelerado, tem enormes dificuldade&amp;nbsp;para acompanhar. Como é o meu caso. Me apaixono com a mesma facilidade que troco as lâmpadas da minha casa (eu troco lâmpadas muito rápido). Tá, não quis subestimar ninguém, mas tem pessoas que são superlerdas para trocar lâmpadas... &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por causa dessa minha dificuldade, passei então a colecionar verdadeiros "manuais de instrução". Sim, aqueles livrinhos de autoajuda que te dizem muita coisa, que na prática não é a mesma coisa. Muito complexo. O que me causa uma frustração terrível, e aquela sensação de: "o que eu fiz de errado dessa vez?". Affe. Não tenho muita paciência com manuais de instrução, os leio por pura insegurança, mas você sabe que quando compramos uma televisão nova, é preciso ler o manual para entender a funcionalidade do aparelho, por mais que você já tenha tido zilhões de aparelhos de TV na sua casa durante toda a sua vida. Com o relacionamento amoroso é quase a mesma coisa, a diferença, é que você não está lidando com uma televisão, mas com um ser humano de carne-osso-e-dente. Às vezes é preciso pegar o manual de instrução para não "alterar" o modo de funcionamento do aparelho. Só que, impensadamente, costumamos resumir o funcionamento de um aparelho pelo botão ON/OFF, desconsiderando outras funções como MUTE (silêncio), por exemplo. Também é preciso saber mudar de canal sempre que necessário. Afinal de contas, você comprou a tv para te entreter e não para te estressar. Não é mesmo? Às vezes, determinado canal que você gosta muito, está fora do ar, ou está passando algum programa desinteressante, então você precisa mudar de canal. E para sua comodidade, existem os controles-remotos, para que você não saia do seu lugar para fazê-lo. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não abro mão dos meus manuais, embora tenha pensado várias vezes em fazê-lo, porque muitas vezes pensei em parar de assistir tv, então, os manuais de nada me serviriam. Só que a gente depois pensa no quanto é bom ter uma televisão em casa, para distrair, divertir, "fazer companhia" (sabe, quando o âncora do telejornal diz "boa noite", e você responde do outro lado com "boa noite"? É disso que estou falando). Então, a gente acaba ficando com ela (tv), e jogando fora somente quando não presta mais para nada MESMO. Assim como a televisão onde passa a sua novela preferida ou o seu programa favorito ou ainda aquele filme que você estava louca para assistir porque não conseguiu ir ao cinema na estreia é algo importante para você, o manual de instrução também o é. E assim, vou aprendendo a lidar com as minhas inseguranças amorosas, e com toda a&amp;nbsp;minha ansiedade,&amp;nbsp;contando até três e respirando fundo. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7318828591605711366-3055719982024819752?l=crislaneandrade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/feeds/3055719982024819752/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/2011/06/123-respira.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7318828591605711366/posts/default/3055719982024819752'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7318828591605711366/posts/default/3055719982024819752'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/2011/06/123-respira.html' title='17'/><author><name>Cris Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13262029116826675587</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_VAYlSsr8-3E/TSMwwqhdvMI/AAAAAAAAAbM/3_EqWtnpsEM/S220/OQAAABcsmXkMg2xNjCNPLwFwiiKqhpLBdYGlZJJjvD639PvPsS92Ncpe8S8Vq--UJaNbLfWm19BBxdjDKSj1hRAoVTYAm1T1UKyRUsFi5f3B_IXmw6sKwJ0OHOh4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-zUCQCy7WXCo/TfC_mnThSjI/AAAAAAAAAds/XsgbGawL1G4/s72-c/imagesCAN3EL9D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7318828591605711366.post-2077283076020476448</id><published>2011-06-03T13:16:00.000-07:00</published><updated>2012-01-04T05:39:47.540-08:00</updated><title type='text'>16</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-3vW1TXGTtLk/TelBcggjIxI/AAAAAAAAAdk/JFgEG8chiLM/s1600/autoestima3.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="233" src="http://1.bp.blogspot.com/-3vW1TXGTtLk/TelBcggjIxI/AAAAAAAAAdk/JFgEG8chiLM/s400/autoestima3.jpg" t8="true" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Lembra-se da frase de Vinicius de Moraes: "As feias que me perdoem, mas beleza é fundamental"? Poisé. Vinicius foi um puta poeta e compositor mas discordo dessa frase&amp;nbsp;em gênero, número, e grau (e em grau superlativo absoluto sintético!). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um jornalista foi convidado por uma revista cosmopolita bastante conhecida, a "entregar de bandeja" o que os homens gostariam que as mulheres soubessem sobre eles, e um dos itens é justamente esse onde ele diz que a beleza é fundamental. Ele ainda 'entrega' que "por mais que digam que se importam com a inteligência e a personalidade, homens gostam mesmo de mulheres bonitas". Só que esse pensamento entra no rol das generalizações, dos clichês, podando a liberdade de pensamento de outros homens (que, FELIZMENTE, pensam diferente!) Deus é Pai! &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se você pensa que os homens adooooram quando uma mulher se vira para ele e diz "você é igual a todos os outros", eu acho melhor você repensar isso mais um pouco. Eu ainda acredito em homens com capacidade de olhar mais para dentro do que para fora. Claro que nenhum homem é bobinho de não perceber suas pernas torneadas, seu bumbum, o decote superabusado, as costas nuas, etc. Sim, eles irão reparar, admirar, desejar e tuuuuudooo mais que for preciso. Mas se se contentarem apenas com esses detalhes - diga-se de passagem - superficiais, sinto muito informar, mas este homem não entendeu ainda o que é "valorizar uma mulher de verdade". Sabe aquela história de nunca julgar um livro pela capa? Poisé. É justamente disso que estamos falando.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quantas mulheres lindas, pele rosada, cabelo longo-liso-esvoaçante, olhos de mel, dentre outros atributos, estão espalhadas por esse mundo-de-meu-deus, sem nenhum cárater, dignidade, e inteligência? Não vou perder tempo contando. Não entendo como homens podem se gabar de serem tão menos emotivos que as mulheres, e mesmo assim se deixarem levar por detalhes tãããão supérfluos. (Daí a gente entende porque Adão comeu&amp;nbsp;a fruta que a Eva ofereceu e se estrepou todo).&amp;nbsp;Será que Freud explica? Já li artigos que explicam que isso se deve ao fato dos homens procurarem parceiras com bons genes. Hmm. Então tá. Deixa eu ver se entendi. "Ótimo! A parceira perfeita. Ela é linda, loira, sexy e bla bla bla, é estabanada mas tudo bem, fala errado mas tudo bem, fala de boca cheia mas tudo bem, é fresca e antipática mas tudo bem, o que importa é que ela é linda e meus filhos com ela serão lindos". Então é isso?? Sinto muito, mas não vi nada de racional nisso. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Então, esses homens que me perdoem, mas estar de bem comigo mesma é essencial! Gosto do que vejo no espelho. E diga-se de passagem: adoooooro ficar horas na frente do espelho me admirando. E se isso é ser narcisista, então eu sou uma. Ah, e se a preocupação genética é ter filhos bonitinhos, então eu tenho uma filha liiiiiindaaaa! (mãe babona é foda! rs).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aos 31 anos não tenho saco para a ditadura da beleza. Por mim, ela que se foda, não eu. Não estou dizendo aqui que não sou vaidosa. Sou sim. Mas não virei escrava dela. No way! É nesse ponto que reside a diferença. Saio para o trabalho sem um pingo de make. Isso acontece raras vezes quando estou animadinha, e quando QUERO. Quando NÃO QUERO, não uso e pronto e ponto! E saio de cara lavada. Definitivamente, não vou surtar porque meus seios são pequenos, porque meu bumbum é um pouco mole, com furinhos e estrias, nem porque espremo meus cravos e minha pele tem manchas, e nem porque meu cabelo&amp;nbsp;quebra e sofre de queda livre (calma aê, não tô careca não!). Não tenho porque surtar se sou uma mulher REAL. Não tenho porque ter medo só porque&amp;nbsp;minha cara não está estampada numa revista de moda, ou sei-lá-o-quê. Dá licença! &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como já falei, apesar de ser exatamente assim como descrevi, gosto, na verdade,&amp;nbsp;A-M-O o que vejo no espelho. No mais,&amp;nbsp;o que eu tenho de melhor está guardado, bem guardado, no lado esquerdo do peito. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span class="entry-content"&gt;&lt;span style="color: #1a0ef2; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;♥&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7318828591605711366-2077283076020476448?l=crislaneandrade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/feeds/2077283076020476448/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/2011/06/vinicius-de-moraes-que-me-perdoe-mas.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7318828591605711366/posts/default/2077283076020476448'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7318828591605711366/posts/default/2077283076020476448'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/2011/06/vinicius-de-moraes-que-me-perdoe-mas.html' title='16'/><author><name>Cris Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13262029116826675587</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_VAYlSsr8-3E/TSMwwqhdvMI/AAAAAAAAAbM/3_EqWtnpsEM/S220/OQAAABcsmXkMg2xNjCNPLwFwiiKqhpLBdYGlZJJjvD639PvPsS92Ncpe8S8Vq--UJaNbLfWm19BBxdjDKSj1hRAoVTYAm1T1UKyRUsFi5f3B_IXmw6sKwJ0OHOh4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-3vW1TXGTtLk/TelBcggjIxI/AAAAAAAAAdk/JFgEG8chiLM/s72-c/autoestima3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7318828591605711366.post-8498608521872104192</id><published>2011-06-01T13:32:00.000-07:00</published><updated>2012-01-04T05:40:17.373-08:00</updated><title type='text'>15</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-NPWvr9Zpjds/TeajCzqapOI/AAAAAAAAAdg/sll_Psar96I/s1600/imagesghgh.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://2.bp.blogspot.com/-NPWvr9Zpjds/TeajCzqapOI/AAAAAAAAAdg/sll_Psar96I/s400/imagesghgh.jpg" t8="true" width="321" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seja o jeito de ser. Seja de lugar. Mude. E mude (sempre) para melhor. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Minha irmã apareceu hoje pela manhã na nossa futura-ex-casa, para me dar essa linda (sendo irônica)&amp;nbsp;notícia: "Vou vender a casa". Minha reação não foi a melhor. Também não foi a pior. Foi meio-a-meio. Eu poderia ter esboçado um sorriso-meia-boca, ou aberto o sorriso completo, mas eu não fiz nenhuma dessas coisas. Eu resmunguei. E chorei depois (escondida, claro!). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mudanças sempre me trazem muita angústia. Não sei lidar muito bem com elas. Me enrolo toda. E eu sei que as pessoas percebem meu desconsertamento, o que piora ainda mais o meu estado. Claro que nessas horas, eu forço o sorriso, para não parecer a idiota do pedaço, mas isso custa caro: ainda continuo me sentindo a idiota do pedaço, e pior: ninguém se importa. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Flashback: Minha mãe biológica me deu para o meu pai (in memoriam), e esse me cercou de carinho, um carinho inigualável, um carinho que eu não sei se outra pessoa pode me dar de maneira idêntica. Seria demais pedir isso. Mas a verdade, é que eu cresci, e mesmo depois de grande, papai não poupava mimos. Eu era sua caçula. E assim seria para sempre. Mamãe (in memoriam) também não poupou mimos, principalmente, depois que perdi papai, na verdade, todos nós perdemos papai. Ela segurou a barra quando eu tive minha primeira crise de síndrome do pânico. Era ela quem me socorria nas madrugadas, quando eu acordava com falta de ar, sentindo-me como se fosse morrer naquele horrível instante. Era ela quem me levava para o hospital nas pressas, para tomar tranquilizantes injetáveis, lê-se: Diazepan. Era ela. Eram eles. E eu sinto uma enorme falta deles dois. Só Deus sabe o quanto. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas aí, eu tive que aprender a sobreviver sozinha. Quando mamãe faleceu há dois anos atrás, me senti extremamente pressionada pelos meus irmãos (mais velhos). "Se vira". "Eu não vou te sustentar". "Vai atrás de emprego". E com essa pressão, acabei abandonando meu curso de Letras. Mas ainda lutei com o pouco de forças que tinha. Comecei a passar as roupas dos meus irmãos, em troca, me davam o dinheiro da passagem de ônibus para não faltar as aulas. A depressão, sinto muito informar, foi bem mais forte que eu. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fiquei um bom tempo sem fazer nada (nada de importante, quero dizer). Ía no SINE quase todos os dias atrás de vagas de emprego. Lembro de uma vez que chorei horrores por não ter conseguido uma vaga, e pedi a Deus que mostrasse um novo jeito. Poucos dias depois, minha irmã me dizia que havia encontrado um emprego para mim. E estou nele até hoje, graças a Deus. Não é o melhor emprego do mundo, mas pelo menos dá para não morrer de fome.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E é meio a essas dificuldades tão peculiares que eu vivo, e sobrevivo. Claro que quando a minha irmã disse que venderia a casa, eu tremi na base. Estou acostumada àquela casa, aos meus vizinhos, àquele bairro, enfim. Tinha planos de ficar com a casa e reformá-la. E agora isso se desfaz como uma nuvem de fumaça... A ideia de recomeço me dá preguiça. Mas sei que é necessário. Tudo isso faz parte desse amadurecimento forçado, a contra-gosto, embora, eu esteja a-m-a-n-d-o ser a mulher independente que sempre quis. Mas o que eu não sabia era que essa independência custaria a vida dos meus pais. Como costuma-se dizer: há males que vêm para o bem. E eu ainda estou me acostumando. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nossa futura-ex-casa guarda recordações boas e ruins, como em todo lar. Mas infelizmente tenho que dizer que guarda mais recordações ruins que boas. Brigas infidáveis. Surras. Gritos. Choro. Ali eu tentei me matar quando meus pais descobriram que eu não era mais virgem; ali eu quebrei copos. Ali eu sofri. Ali eu cresci. E foi lá que me mostraram o lado hostil da vida. E tudo o que eu tenho feito (utilmente, porque sou teimosa) é transformar minhas lágrimas em sorrisos. E que venham as mudanças. Já estou segurando a taça de champanhe. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cheers! &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span class="entry-content"&gt;&lt;span style="color: #1a0ef2; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;♥&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7318828591605711366-8498608521872104192?l=crislaneandrade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/feeds/8498608521872104192/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/2011/06/e-preciso-mudar-sempre.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7318828591605711366/posts/default/8498608521872104192'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7318828591605711366/posts/default/8498608521872104192'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/2011/06/e-preciso-mudar-sempre.html' title='15'/><author><name>Cris Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13262029116826675587</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_VAYlSsr8-3E/TSMwwqhdvMI/AAAAAAAAAbM/3_EqWtnpsEM/S220/OQAAABcsmXkMg2xNjCNPLwFwiiKqhpLBdYGlZJJjvD639PvPsS92Ncpe8S8Vq--UJaNbLfWm19BBxdjDKSj1hRAoVTYAm1T1UKyRUsFi5f3B_IXmw6sKwJ0OHOh4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-NPWvr9Zpjds/TeajCzqapOI/AAAAAAAAAdg/sll_Psar96I/s72-c/imagesghgh.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7318828591605711366.post-1806041322887871604</id><published>2011-05-28T09:27:00.000-07:00</published><updated>2012-01-04T05:41:31.126-08:00</updated><title type='text'>14</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-oJ3ges2-04g/TeN2i-fRf0I/AAAAAAAAAdc/bhCRO70LLfc/s1600/tumbrl.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="343" src="http://3.bp.blogspot.com/-oJ3ges2-04g/TeN2i-fRf0I/AAAAAAAAAdc/bhCRO70LLfc/s400/tumbrl.jpg" t8="true" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;É quando parecemos estar apaixonados. Não sei porque, mas quando eu pareço (apenas pareço) estar apaixonada, tenho a sensação de estar vivendo em um mundo paralelo. Escrever textos românticos me deixam bastante nervosa, mas eu sei a causa: fico nervosa porque quando estou apaixonada fico boba, e claro que, nenhuma mulher quer parecer boba para o pretendente. Sacô? Poisé. Mas não tem como desmanchar a cara de felicidade por estar apaixonada. Afinal de contas, não dá pra controlar tão beeeeem como gostariamos esse tipo de sensação. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não. Eu não sei se a paixão vai virar namoro. Mas não estou preocupada, quer dizer, minto, estou sim, estou muitooo ansiosa. Ainda bem que: não tenho o péssimo hábito de roer unhas, mas tenho a mania esquisita de ficar andando inquieta pela casa, com mil pensamentos saculejando dentro da cabeça. Nossa, como eu penso! Só que na hora de agir eu sou uma COISA, né? Geralmente, por culpa da minha a-n-s-i-e-d-a-d-e generalizada, costumo enfiar os pés pelas mãos, dizer coisas incabíveis, desnecessárias, e escorregadias. Ai, as palavras escorregadias são horríveis. Sim, elas fazem justamente isso: escorregam da sua boca e vão parar no ouvido do seu lindo, e quando você pensar por um lapso de segundo, JÁ ERA! Você já falou aquela besteirinha... &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fazia tempo que não me sentia assim. Talvez ou com certeza seja porque eu estou gostando muito dessa pessoa. Sabe, gostando de bater o olho e "nooooosssaaaa, que que é isso?!" E logo em seguida você fica que nem uma criança ensadecida diante de um saco de balinhas "eu quero! eu quero! eu quero!". Duro é conseguir, mas vai na fé, que TUDO nessa vida PODE ACONTECER! Nunca se sabe... Não, não gosto de cruzar dedos, acho isso a 'mó' besteira. Tsc, tsc. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como eu acumulei muitas decepções amorosas, sinto aquele meeeeedão de me envolver de novo com um novo lindo. Mas medão mesmo. Medão da pessoa repetir a dose. Medão de ouvir um N-Ã-O (ô palavrinha chata! Pelo menos nessas horas...). Medão de não dar certo e a sua consciência dizer: "é, não foi dessa vez de novo". Affe! Desculpem-me pelo raciocínio extraordinário, mas: somos humanos,&amp;nbsp;SÓ QUE&amp;nbsp;tem horas que parecemos robôs - percebes uma certa p-r-o-g-r-a-m-a-ç-ã-o? Se a luzinha no seu cérebro não fez PLIM! Esquece... &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu só quero (bom, essa coisa de querer, é bem ariana mesmo), então, para parecer mais universal, eu só desejo que o futuro-lindo-da-minha-vida me aceite como sou e não queira enfiar ideias malucas na minha cabeça, ou seja super fã de discutir ideologias e tal. A ÚNICA REGRA É: me ame como eu sou, e eu te amarei como és. Essa frase na teoria é linda demais, mas se tratando de prática, ela praticamente não surte efeito, por que será, hein? Por que somos tão apegados às nossas convicções e valores que não conseguimos ceder por um bem maior que é o AMOOOOR!? {parei pra refletir}. Eu confesso que sou osso duro de roer, SIM! Mas cada dia que passa vou ficando mais velha e chata com essa minha mania de ver defeito em tudo. E tô cansada. Sim, eu preciso mudar, quem não precisa, né? E o melhor é que eu POSSO MUDAR, haha! Estranho acreditar que sou chata quando escrevo textos tão cheios de graça, não é? Eu sei. Eu também fico me perguntando se sou eu mesma ou se é outra pessoa que &lt;strike&gt;se apossa de mim &lt;/strike&gt;sei lá, faltou opção aqui. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se um dia&amp;nbsp;um lindo resolver topar se aventurar comigo por longos seis meses, um ano, um ano e meio, dois, dois e meio, três, três e meio, quatro anos, ele só precisa saber aproveitar o máximo desse meu senso de humor (que é momentâneo), então qual é a mágica (se é que existe mágica pra isso..)? Ele só tem que fazer esse humor se esticar por mais tempo. Não diria que seja uma tarefa tão fácil, afinal de contas, a vida às vezes aparece com uma cara meio carrancuda dizendo que eu tô alegrinha demais, e daí eu fico séria e lembro das contas pra pagar, e por aí vai. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pra finalizar, a paixão é uma das melhores sensações do mundo porque sinaliza que não somos tão feias e burras que não podemos AINDA ser conquistadas, amadas, queridas, e etc. HÁ UMA LUZ NO FIM DO TÚNEL, não é mesmo? Esses clichês... tô começando a gostar... rs. Eu realmente não sei o que será. Também perde a graça saber de antemão. Mas tô torcendo para que dê certo. E se não der... bem, essa condicional é chatinha, mas é imprescindível, porque muitas vezes as coisas não saem como planejamos na nossa cabecinha, então... SE não der, a vida continua. (Mas eu querooo e desejooo e esperoooo tantooo que dê certooo! Ó céus! rs).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Bom,&amp;nbsp;se você também está se sentindo assim,&amp;nbsp;loucamente apaixonada, pensando na pessoa 24h por dia, então aproveite, porque depois esse nível passa,&amp;nbsp;e o próximo irá requerer de você mais maturidade. Adoooro!&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Beijos! &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7318828591605711366-1806041322887871604?l=crislaneandrade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/feeds/1806041322887871604/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/2011/05/uma-das-melhores-sensacoes-do-mundo.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7318828591605711366/posts/default/1806041322887871604'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7318828591605711366/posts/default/1806041322887871604'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/2011/05/uma-das-melhores-sensacoes-do-mundo.html' title='14'/><author><name>Cris Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13262029116826675587</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_VAYlSsr8-3E/TSMwwqhdvMI/AAAAAAAAAbM/3_EqWtnpsEM/S220/OQAAABcsmXkMg2xNjCNPLwFwiiKqhpLBdYGlZJJjvD639PvPsS92Ncpe8S8Vq--UJaNbLfWm19BBxdjDKSj1hRAoVTYAm1T1UKyRUsFi5f3B_IXmw6sKwJ0OHOh4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-oJ3ges2-04g/TeN2i-fRf0I/AAAAAAAAAdc/bhCRO70LLfc/s72-c/tumbrl.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7318828591605711366.post-7053564439440584014</id><published>2011-05-02T06:02:00.000-07:00</published><updated>2012-01-04T05:41:55.915-08:00</updated><title type='text'>13</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;A título de informação: &lt;em&gt;macte ecce ( eis aqui a coragem,&lt;/em&gt; em latim&lt;em&gt;).&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Macte ecce: Coragem: eis aqui.&lt;/em&gt; Mas ela é tão contraditória quanto inexistente. Metaforicamente, essa coragem se comporta muitas vezes como aquela amiga que você vê vez ou outra, e em alguma dessas vezes, ela apenas sorri e acena, e em outras vezes, quer abraçar forte e te dominar. Confesso que a última cena é mais agradável e desejável. Então digo à essa coragem: Ecce! Eis aqui alguém que a necessita com uma fome voraz; eis aqui alguém que nasceu e cresceu do chão batido do sertão vestido em asfalto e de arranhas-céus com seus concretos dentre tantos outros prédios, dizendo ois em meio ao provincianismo pugente de uma cidade que se chama verde, mas que na verdade, essa cidade é uma sinfonia de matizes que a fazem parecer um tanto clara, um tanto obscura, um tanto sonora, audível, e em outras vezes, muda. Quem escuta? Eis aqui o desejo da mulher reinventada pós modernidade, com suas particularidades, suas multifuncionalidades, e paradoxalmente, covarde. Como se explica? Os outros.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os outros nunca - ou menos taxativo -, dificilmente são capazes de te enxergar como você gostaria, e se esforça para ser vista. Os outros sempre preferem o pior pedaço: antropofagia delirante e incompreensível. De todos os pontos dispostos, têm sempre a preferência por pontos mortos, inabilitados, ineficazes, desmantelados, podres, por fim - indigestos. Pensa assim meu cérebro diante de uma visão atormentadora, posto em bandeja sobre uma mesa cercada de marginais famintos e desgraçados, uma vez que intelectual nenhum jamais ousaria saboreá-lo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Inquieta, inconformada, frustrada, sinto-me muitas vezes um comprimido encapsulado de gosto tão ruim que jamais alguém aguentaria digerir, preferindo assim a dor latejante e suas vertigens, deixando assim que&amp;nbsp;perdesse o prazo de validade, até ser jogado&amp;nbsp;no lixo. Esses outros, esses outros que desprezam comprimidos de gosto ruim (embora medicamentos ruins tenham uma grande eficácia, não se deixando valer apenas pelo sabor), esses são também como espelhos vigilantes, captadores de imagem ruim. Mostram o pior de mim. Mas como? Não fizemos nada. Dizem. O ser humano, outro, peca por tanta ingenuidade. Pensam que não ferem, quando na verdade, não só feriram, mas exterminaram qualquer vitalidade existente. Sugam toda a sua anima e energia, cuspindo palavras desmoralizadoras, fazendo com que você reaja como um pobre segurando o resto de dignidade que ainda tem agarrado às mãos. No final, se sente mais fraco, mais derrotado, na tentativa de se defender de hienas sociais dos dias atuais, de todas as horas, de todos os meses e anos corroedores de rotinas moribundas, que andam rastejantes pelas avenidas, ruas e esquinas da cidade-luz-sol-calor-pobre-brasileira. Pobre brasileira!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;MACTE ECCE!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eis aqui, dona Coragem! Seja minha cafetina, me negocie, prostitua-me com teus homens, dê-me 300! Homens valentes, hérculeos, dionísicos, dá-me tos teus vinhos, embriaga-me, para que eu cambaleie pelas ruas em passos trôpegos, mas cheia de ti, e como símbolo de embriaguez, o ato corajoso de dar a cara a bater na primeira de muitas quedas posteriores. Levantar-me-ei quando o sol descortinar o Universo e fazer resplandecer toda sua luz sobre minha cabeça, e lá de cima, desejar-me bom dia, transferindo assim, um pouco de sua energia, do seu calor. Andarei, andarei, andarei, e temerei. Temerei os vagabundos que andam à espreita, sedentos do meu leite, do meu magma.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tomei café com os livros, e com eles, almoçei, jantei, e com eles também eu dormi; senti prazer, gemi, sorri e chorei, e ao lado deles, acordei. Levanto e ando. E a coragem me segue pelas esquinas, enlouquecida, espreitando, espionando minha sombra, desafiando minha percepção, provocando meus calafrios, meus arrepios espinhais,&amp;nbsp;sobejando meus arquejos, fragmentando meu ar, asmático, esporádico, escasso. Não vê a hora de agarrar-me pelas costas, e devorar-me ferozmente, dominando-me embrutecida, sem vinhos, sem licores; serena. Porque ela sabe que é tudo de que preciso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tive a coragem&amp;nbsp;de fazer quase tudo, tive porque não a tenho mais, pelo menos, é isso&amp;nbsp;em que acredito piamente. Não me escondo, nem fujo, só não dou importância. Mas ainda assim, ela me enche, me inunda, embora eu a retenha. Porque ela vem de encontro aos&amp;nbsp;meus medos, que não têm caras muito boas, mas ela é coragem, então ela vem mesmo assim, vem com tudo, vem como se não tivesse mais ninguém... mas tem. Tem os outros. Os outros com seus olhares fuzilantes, imobilizadores, desconfortantes. Quem sou eu numa multidão de outros? Quem? Quem? QUEM??!! Quem ousa dizem quem eu sou?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há os hipócritas que se importam em dizer que&amp;nbsp;você&amp;nbsp;NÃO precisa provar o seu valor. Mas como NÃO?!&amp;nbsp;Você realmente acredita que&amp;nbsp;uma pessa é boa em algo só e somente só porque ela assim o disse que é? Ah! Não me venha com essa! Vá ser hipócrita assim no inferno e que os diabos te carreguem! Hoje, é preciso PROVAR sim o próprio valor; veja os negros, ralando feito um cão para conseguir chegar no alto da pirâmide social! Não adianta contar aquela historinha de senzala, Lei Áurea e bla bla bla. Demagogia.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Carrego um dentre tantos talentos - literário -&amp;nbsp;que não&amp;nbsp;escondo dos olhares neutralizantes;&amp;nbsp;sou uma pessoa autocrítica e temo a reprovação&amp;nbsp;alheia -&amp;nbsp;&amp;nbsp;o que faz&amp;nbsp;com que&amp;nbsp;&amp;nbsp;a&amp;nbsp;coragem dê&amp;nbsp; piripaques de agonia, numa expectativa doentia, de eu me mostrar como sempre quis e pensei em fazer - e tenho minhas inseguranças e não são poucas. Não queria e nem quero ser um eterno papel em branco. Por isso: &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Faça em mim rascunhos, disserta em meu deserto almado, narra em mim tuas contemporaneidades, conta-me os contos descontados, devasta as minhas crônicas, empresta-te aos meus ensaios, pesquisa-me. Sou ciência, sou espírito, sou alma; metafísica. E me acharás, me descobrirás como um óasis no deserto, contigo todos os dias, com a coragem&amp;nbsp;de mil anos. Descobrindo-me, deleite-se. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E para isso é preciso: MACTE!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7318828591605711366-7053564439440584014?l=crislaneandrade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/feeds/7053564439440584014/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/2011/05/macte-ecce.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7318828591605711366/posts/default/7053564439440584014'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7318828591605711366/posts/default/7053564439440584014'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/2011/05/macte-ecce.html' title='13'/><author><name>Cris Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13262029116826675587</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_VAYlSsr8-3E/TSMwwqhdvMI/AAAAAAAAAbM/3_EqWtnpsEM/S220/OQAAABcsmXkMg2xNjCNPLwFwiiKqhpLBdYGlZJJjvD639PvPsS92Ncpe8S8Vq--UJaNbLfWm19BBxdjDKSj1hRAoVTYAm1T1UKyRUsFi5f3B_IXmw6sKwJ0OHOh4.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7318828591605711366.post-6045567041767289252</id><published>2011-04-25T04:55:00.000-07:00</published><updated>2012-01-04T05:43:28.840-08:00</updated><title type='text'>12</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O ato de escrever sobre si tem as suas particularidades. Eu, como exemplo disso, me sinto como em uma missão de salvamento: ou escreve ou morre. Escrever sobre mim, também permite desmascarar todo o meu eu. A verdade é que eu sempre carreguei comigo essa necessidade de me mostrar, de algum jeito, pela metade ou por inteiro. Consigo guardar segredos alheios, mas tenho enorme dificuldades em guardar os meus segredos. Costumo usar nas minhas conversas &lt;em&gt;in person,&lt;/em&gt; que tenho preferência em falar de mim mesma do que gastar preciosos minutos falandos da vida alheia. Fofoca realmente não é o meu forte, nem minha fonte de divertimento. Sempre pensei na consequência dos atos como uma questão de justiça. Hoje, você pode falar de alguém e rindo horrores sobre o mico que a pessoa pagou naquela festa, mas não custa nada (ou pode até custar) lembrar que amanhã, ou até mesmo naquele instante e local, você também pode ser&amp;nbsp;letalmente vitimada pelo mesmo veneno. Então, conclui-se que é inútil pensar que você jamais será alvo de fofocas: Helloooo! Cadê seu senso crítico, &lt;em&gt;chèrie&lt;/em&gt;?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma das coisas que mais me deixam orgulhosa é isso: não me prender muito no que acontece na vida dos outros. Aprendi que ganhar tempo é sinônimo de foco. Quanto tempo eu perderia dando conta de quantas vezes a vizinha dormiu fora de casa? Quando eu fosse ver, a vizinha já estava casadíssima, e eu me preparando para ser titia pela segunda vez! E nada além disso. Claro, que não serei hipócrita a ponto de dizer que NUNCA falei do/a fulano/a que me destratou ou mentiu descaradamente sem grandes razões; falo sim, comento de forma sintética mas com intensidade, sem fazer disso uma sessão de descarrego. A diferença entre quem fofoca e quem apenas faz um sutil comentário, é que o primeiro sente um imenso prazer em se esconder atrás dos defeitos alheios e o segundo se mostra como é sem causar prejuízos a si mesmo nem ao outro. E é por isso que bom cárater e boa índole não estão à venda nas esquinas da vida: ou você tem ou não tem. (mas como sou totalmente otimista e esperançosa, você pode ter, se quiser...)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tirando os aspectos positivos, eu também tenho aquele lado podre, como todo ser humano. E não adianta negar: alguma vez na vida nós já fizemos uma grande cagada. Mas, claro, a gente não sai contando aos quatro ventos para preservar a reputação que ainda resta..., e para que a merda, claro,&amp;nbsp;não se espalhe... Vixi, o&amp;nbsp;texto começou a feder, então eu vou mudar para burrada. Então. A sua burrada pode ser diferente da minha, mas isso continuará sendo uma burrada, sem importar muito o grau de intensidade. Já cometi muitas, muitas, muuuuuitas burradas, mas, paradoxalmente, graças a essas burradas, eu melhorei muito meu modo de enxergar a vida. E essa possibilidade de mudança, esses aprendizados, são as coisas que eu acho mais bacanas no nosso processo evolutivo. O ser humano nunca deveria pensar que é um ser não-lapidável. Nem pensar de forma inexistencialista e pessimista que nunca vai mudar ou&amp;nbsp;'ser alguém' (uma vez que ele já é!), vivendo a vida como um pobre niilista; isso é tão nietzschiano e limitante.&amp;nbsp;Se as mudanças podem ocorrer fora de nós, elas também podem ocorrer &lt;em&gt;dentro&lt;/em&gt; de nós. E isso é divino.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Resumindo: &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1 - Você pode tirar a máscara depois do show, ou pode manter-se totalmente desmascarada durante o show inteiro. A primeira opção gera espanto, e a segunda, admiração. Qual você prefere?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2 - A vida alheia, como o próprio nome diz, não pertence a você; é alheio. Então, mantenha distância, exceto quando pedirem sua opinião. Uma outra ressalva: se a pessoa já se acostumou com sua mania de meter o bedelho onde não é chamada, e não se incomoda mais com isso, e até aproveitam suas considerações, então, fique tranquilo. Caso contrário, se manque. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;3 - Cometer burradas é tão inerente a nós, seres meramente humanos, como o perfume dos franceses, a pizza dos italianos, e o sushi dos japoneses; é o tipo de coisa que não dá para dissociar, mas dá para se tirar boas lições.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P.S.: &lt;em&gt;Já falei aqui que sou metida, então a ressalva n° 2 é toda para mim! hihi.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7318828591605711366-6045567041767289252?l=crislaneandrade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/feeds/6045567041767289252/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/2011/04/algumas-consideracoes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7318828591605711366/posts/default/6045567041767289252'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7318828591605711366/posts/default/6045567041767289252'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/2011/04/algumas-consideracoes.html' title='12'/><author><name>Cris Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13262029116826675587</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' 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sistema&amp;nbsp;de 5-7-5 sílabas cada verso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1° verso: noite calada - &lt;em&gt;noi&lt;/em&gt;/&lt;em&gt;te&lt;/em&gt;/&lt;em&gt;ca&lt;/em&gt;/&lt;em&gt;la&lt;/em&gt;/&lt;em&gt;da &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;2° verso: só ouviu besteira a- &lt;em&gt;só&lt;/em&gt;/&lt;em&gt;ou&lt;/em&gt;/&lt;em&gt;viu&lt;/em&gt;/&lt;em&gt;bes&lt;/em&gt;/&lt;em&gt;tei&lt;/em&gt;/&lt;em&gt;ra&lt;/em&gt;/&lt;em&gt;a&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;3° verso: noite inteira - &lt;em&gt;noi&lt;/em&gt;/&lt;em&gt;te&lt;/em&gt;/&lt;em&gt;in&lt;/em&gt;/&lt;em&gt;tei&lt;/em&gt;/&lt;em&gt;ra&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;pórem, não precisa seguir sempre a regra 575. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;um exemplo de haicai desregrado:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;todo dia é amanhã.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;toda dia é hoje.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;todo dia é ontem.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;mais um: &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;te dou o meu amor,&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;impresso no calor,&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;do teu abraço.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7318828591605711366-8190236252640649735?l=crislaneandrade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/feeds/8190236252640649735/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/2011/04/glosa-de-um-haicai.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7318828591605711366/posts/default/8190236252640649735'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7318828591605711366/posts/default/8190236252640649735'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/2011/04/glosa-de-um-haicai.html' title='11'/><author><name>Cris Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13262029116826675587</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' 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style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="314" i8="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-KffvcTW8Sc0/Ta7VznaQCrI/AAAAAAAAAdU/5nA27Nyl1v8/s400/imagesCAEHWS6W.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;anos: trinta e um.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;recomeço.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;pedir poderia: eu.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;mas eu: preciso somente agradecer.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;obrigada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;não é fácil chegar até aqui.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;não foi fácil chegar até aqui.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;mas até aqui: tudo valeu a pena.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(eu) amei, e quero continuar amando;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(eu) chorei, e quero continuar chorando;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(eu) sorri, e quero continuar sorrindo;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(eu) aprendi, e quero continuar aprendendo;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(eu) amadureci, e quero continuar amadurecendo;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(eu) cresci, mas de um metro e cinquenta e seis eu não passo mais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;hoje pela manhã, ao meditar nessa data, &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;fiz trocadilho com os números: 31 ao contrário.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;fiz esforço para lembrar dos meus 13 anos; em vão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;só o que sei: eu fui criança.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;e na verdade, ainda sou.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;o que mudou foi o brinquedo: letras.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;a vida para mim virou um jogo de Scrabble¹.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;demorei para entender o que as letras queriam comigo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;seus códigos me confundiram por demais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;mas num desses encontros casuais, finalmente, compreendi:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;pulei em cima do Pê;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;amei um certo A.;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;inibida fiquei diante do I.;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;xavequei com o Xis;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;admirei um Ã. e;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;ouvi com atenção o O.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;era paixão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;mundo no lugar: meu. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acredito que a minha maior alegria consiste em, não somente, conquistar mais um ano de vida, mas em descobrir o real sentido de existir. Perceber a utilidade que eu carrego. Compreender a tamanha capacidade de transformação. Ser borboleta. Se refazer e desfazer: criar e recriar. Essa brincadeira de girar em torno das letras, dando assim, movimento aos abstratos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Agradeço a Deus por ser o criador de tal matéria: que do barro se fez. E que agora constitui não mais o barro primário, mas um barro secundário, criativo, evolutivo, pensante, soprano. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Obrigada. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;1. Scrabble: &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-3tN3V5qCshU/Ta7WupNrBaI/AAAAAAAAAdY/Tr7QMszH45k/s1600/scrabble2.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="133" i8="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-3tN3V5qCshU/Ta7WupNrBaI/AAAAAAAAAdY/Tr7QMszH45k/s200/scrabble2.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7318828591605711366-5322297038979569915?l=crislaneandrade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/feeds/5322297038979569915/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/2011/04/mundo-no-lugar-meu.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7318828591605711366/posts/default/5322297038979569915'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7318828591605711366/posts/default/5322297038979569915'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/2011/04/mundo-no-lugar-meu.html' title='10'/><author><name>Cris Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13262029116826675587</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_VAYlSsr8-3E/TSMwwqhdvMI/AAAAAAAAAbM/3_EqWtnpsEM/S220/OQAAABcsmXkMg2xNjCNPLwFwiiKqhpLBdYGlZJJjvD639PvPsS92Ncpe8S8Vq--UJaNbLfWm19BBxdjDKSj1hRAoVTYAm1T1UKyRUsFi5f3B_IXmw6sKwJ0OHOh4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-KffvcTW8Sc0/Ta7VznaQCrI/AAAAAAAAAdU/5nA27Nyl1v8/s72-c/imagesCAEHWS6W.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7318828591605711366.post-3524003085145302233</id><published>2011-04-18T15:03:00.000-07:00</published><updated>2012-01-04T05:46:18.031-08:00</updated><title type='text'>9</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-V9HmviPxGdM/Tay-DdV3dlI/AAAAAAAAAdQ/iOkP5oTfj6o/s1600/imagesCATCXE6I.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="343" r6="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-V9HmviPxGdM/Tay-DdV3dlI/AAAAAAAAAdQ/iOkP5oTfj6o/s400/imagesCATCXE6I.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Não sei viver sem dizer o que eu penso sobre isso ou aquilo. Destesto aquela sensação de entalo na garganta. Detesto fingir ser o que não sou apenas para ver mel&amp;nbsp;escorrendo da boca dos outros. Ou para parecer menos &lt;em&gt;blasè&lt;/em&gt;. Se pisam no meu calo, uso palavra inglesa com &lt;em&gt;f &lt;/em&gt;terminando em &lt;em&gt;k&lt;/em&gt;, e tá resolvido. E tudo isso pelo direito de ser eu mesma. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Minha irmã vinte anos mais velha que eu, me reprovava quando eu falava 'negócio'. Você já deve ter falado&amp;nbsp;'negócio'&amp;nbsp;pelo menos uma vez na vida, ou mais de mil, não importa. O que importa é que falou e tá falado.&amp;nbsp;Tipo: eu quero aquele &lt;em&gt;negócio&lt;/em&gt; acolá. Bom,&amp;nbsp;já eu não podia falar "negócio", que ela retrucava: "que negócio? esse negócio não tem nome, não?". Lembro como se fosse hoje. A dificuldade maior consistia no fato de eu não poder dizer o que eu pensava daquilo tudo. Eu não podia ser eu. Vi minha irmã montando personagens falsos para eu interpretar, e pirei, porque simplesmente não consegui interpretar nenhum, mas fiz melhor: criei a minha própria personagem -&amp;nbsp;nascida do meu barro, das minhas células, das minhas entranhas, dos meus sais, do meu sopro. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hoje, vinte e poucos anos depois -&amp;nbsp;subtraindo os trinta de seis ou sete, sei lá - não sei ficar calada diante de&amp;nbsp;comentários boçais sobre minha pessoa, ou sobre o que quer que seja.&amp;nbsp;E tenho raiva quando as pessoas que eu não tenho muita afinidade ou que só espiaram a minha sombra, dizem que já me conhecem. Como assim? Eu conheço todos os tipos de gentes, mas só solto tal prepotência a quem já conheço há algum tempo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou uma pessoa &lt;em&gt;opiniosa&lt;/em&gt;. Se acho algo feio, falo. Se bonito, falo.&amp;nbsp;Se brega, falo.&amp;nbsp;Se injusto, falo, e por aí vai. ecos de aulas filosofais: penso, logo existo; então se existo, &lt;em&gt;parlo&lt;/em&gt;! Eu podia ser eu mesma naquele canto da sala de aula, externar os meus pensamentos miúdos em formação contínua.&amp;nbsp;Pus-me a tagarelar feito fonte jorrante -&amp;nbsp;inquietante&lt;em&gt;mente&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Costumo ter conversas desvirtuadas com Pucca, uma certa&amp;nbsp;&lt;em&gt;bff&amp;nbsp;(best friend forever)&lt;/em&gt;. Ao contrário do que era com minha irmã, posso ser eu mesma durante as conversas com essa enamorada de Garu.&amp;nbsp;Não são conversas prontas; é tudo improviso. Metemos os pés pelas mãos, e não sei como, mas conseguimos chegar a consensos, de mãos dadas: laços de amizade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não gosto de pessoas que pensam, que não tenho o direito de sentir raiva delas, e dizer o que penso sobre elas. Mas gosto das pessoas que não pensam que sinto raiva delas, e que não digo o que penso sobre elas, porque são tranquilas, e não me pertubam.&amp;nbsp;Não sei fingir sentimentos; camuflar, camale&lt;em&gt;onear&lt;/em&gt;. Quando estou com raiva de alguém ou de alguma coisa, isso se mostra tão visível como aquelas letras garrafais de motel de beira de estrada. A mesma coisa acontece quando estou apaixonada, ou simplesmente encantada. Gosto de estar apaixonada, e não falo da paixão homem-mulher, mas das outras paixões, como a literatura, a música, a dança, a filosofia, os pensamentos e sua variantes. Tudo isso me apaixona. Tudo isso me constitui como um todo. Faz eu de mim mesma. Intríseco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas vezes preciso tomar cuidado para não escancarar demais, mas é o tipo de vigilância irresponsável, sabe? Às vezes, simplesmente a coisa já aconteceu, e eu nem percebi. Descuidos tda&lt;em&gt;stícos&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma coisa você não&amp;nbsp;irá dizer que sou: falsa. Duas coisas você não irá dizer que sou: falsa e mentirosa. Mas três coisas você&amp;nbsp; irá dizer que sou: sincera,&amp;nbsp;autêntica e metida.&amp;nbsp;Bem, já que estamos falando de direitos do ser, esses são os meus direitos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;-&amp;nbsp;a liberdade de expressão¹&amp;nbsp;(falo verdades duras, &lt;em&gt;baby&lt;/em&gt;; não sofra)&lt;br /&gt;&amp;nbsp;-&amp;nbsp;a liberdade de expressão² (me mostro como sou, e você pode dormir tranquilo/a)&lt;br /&gt;&amp;nbsp;-&amp;nbsp;a liberdade de expressão³ (me meto, mas não atropelo - fique &lt;em&gt;sussa&lt;/em&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Enquanto isso: Despertar da Águia - Cesar Belieny&lt;br /&gt;&lt;object height="81" width="100%"&gt; &lt;param name="movie" value="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F572319"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed allowscriptaccess="always" height="81" src="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F572319" type="application/x-shockwave-flash" width="100%"&gt;&lt;/embed&gt; &lt;/object&gt; &lt;a href="http://soundcloud.com/rodolfoplopes/despertar-da-aguia-cesar-belieny"&gt;Despertar da Aguia - Cesar Belieny&lt;/a&gt; by &lt;a href="http://soundcloud.com/rodolfoplopes"&gt;rodolfoplopes&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7318828591605711366-3524003085145302233?l=crislaneandrade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/feeds/3524003085145302233/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/2011/04/pelo-direito-de-ser-eu-mesma-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7318828591605711366/posts/default/3524003085145302233'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7318828591605711366/posts/default/3524003085145302233'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/2011/04/pelo-direito-de-ser-eu-mesma-e.html' title='9'/><author><name>Cris Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13262029116826675587</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_VAYlSsr8-3E/TSMwwqhdvMI/AAAAAAAAAbM/3_EqWtnpsEM/S220/OQAAABcsmXkMg2xNjCNPLwFwiiKqhpLBdYGlZJJjvD639PvPsS92Ncpe8S8Vq--UJaNbLfWm19BBxdjDKSj1hRAoVTYAm1T1UKyRUsFi5f3B_IXmw6sKwJ0OHOh4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-V9HmviPxGdM/Tay-DdV3dlI/AAAAAAAAAdQ/iOkP5oTfj6o/s72-c/imagesCATCXE6I.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7318828591605711366.post-927335399323075795</id><published>2011-04-14T07:58:00.000-07:00</published><updated>2012-01-04T05:45:43.338-08:00</updated><title type='text'>8</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;A-manhã&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Meu amor,&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;as palavras precisam ser ditas &lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;antes que o dia acabe;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Amanhã;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Talvez um outro dia; &lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Tu pensas;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;O teu medo tem mais forças que ti;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Te subjuga.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Te amarra.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Te prende.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;E tu nada fazes.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Então, o que queres tu de mim?&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Fico a ver esses teus olhos mudos, calados;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Nem um grito de alma sequer consigo escutar;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Estás fria; não morta.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Que medo é este, meu Deus?&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Por que não dizes logo o que sentes,&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;e te libertas desse infame que te consome feito um louco?&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Amanhã, baby, pode não ser mais amanhã;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Amanhã, baby, pode não ter mais a manhã;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;As palavras precisam ser ditas, baby.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Abre a tua boca - pequena e carnuda;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Afugenta&amp;nbsp;os teus sentimentos - bandidos que se escondem;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Mostra os teus dentes, tua língua;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Brinca de falar comigo;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Faz de mim teu ombro amigo;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Faça. Antes que o dia acabe.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Direitos Reservados: &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;©Cris Andrade - 14/4/2011&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="81" width="100%"&gt; &lt;param name="movie" value="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F13475431"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed allowscriptaccess="always" height="81" src="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F13475431" type="application/x-shockwave-flash" width="100%"&gt;&lt;/embed&gt; &lt;/object&gt; &lt;a href="http://soundcloud.com/cyramorgan/innocence"&gt;Innocence&lt;/a&gt; by &lt;a href="http://soundcloud.com/cyramorgan"&gt;cyramorgan&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7318828591605711366-927335399323075795?l=crislaneandrade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/feeds/927335399323075795/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/2011/04/amanha-nessuna-parola.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7318828591605711366/posts/default/927335399323075795'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7318828591605711366/posts/default/927335399323075795'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/2011/04/amanha-nessuna-parola.html' title='8'/><author><name>Cris Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13262029116826675587</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_VAYlSsr8-3E/TSMwwqhdvMI/AAAAAAAAAbM/3_EqWtnpsEM/S220/OQAAABcsmXkMg2xNjCNPLwFwiiKqhpLBdYGlZJJjvD639PvPsS92Ncpe8S8Vq--UJaNbLfWm19BBxdjDKSj1hRAoVTYAm1T1UKyRUsFi5f3B_IXmw6sKwJ0OHOh4.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7318828591605711366.post-4676640408901687578</id><published>2011-04-06T08:50:00.000-07:00</published><updated>2012-01-04T05:48:02.378-08:00</updated><title type='text'>7</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-rMpY7NNYQXI/TZyM4Xj2FkI/AAAAAAAAAdE/wabp6e1pTog/s1600/apr1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="290" r6="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-rMpY7NNYQXI/TZyM4Xj2FkI/AAAAAAAAAdE/wabp6e1pTog/s400/apr1.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estávamos no jardim, parados, olhando um para o outro. Ele segurou minha mão, enquanto eu olhava bem nos olhos dele. Olhos castanhos feito o mel. Com a outra mão eu riscava seus lábios com a ponta dos dedos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Minha boca começou a tremer, e as lágrimas se acumulavam no canto do olho, até caírem. Ele fechou os olhos por alguns instantes, e voltou a abri-los. Eu mechia a cabeça negativamente; virei as costas. Olhei para o céu distante e estrelado. Levei a mão à boca, fechando os olhos com força. Chorei mais um pouco. Sentia a dor daquele amor sufocante.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas ele me puxou, e voltei a olhar naqueles olhos de mel. Ouvi:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Por que chora, sua boba? - com um meio sorriso no rosto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Silêncio.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Não há nada que você sinta por mim, que eu não sinta por você também.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Abraço. Um forte abraço. Apertado. Macio. Um choro continuado. E beijo. Um longo beijo.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7318828591605711366-4676640408901687578?l=crislaneandrade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/feeds/4676640408901687578/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/2011/04/ansia-por-um-beijo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7318828591605711366/posts/default/4676640408901687578'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7318828591605711366/posts/default/4676640408901687578'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/2011/04/ansia-por-um-beijo.html' title='7'/><author><name>Cris Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13262029116826675587</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_VAYlSsr8-3E/TSMwwqhdvMI/AAAAAAAAAbM/3_EqWtnpsEM/S220/OQAAABcsmXkMg2xNjCNPLwFwiiKqhpLBdYGlZJJjvD639PvPsS92Ncpe8S8Vq--UJaNbLfWm19BBxdjDKSj1hRAoVTYAm1T1UKyRUsFi5f3B_IXmw6sKwJ0OHOh4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-rMpY7NNYQXI/TZyM4Xj2FkI/AAAAAAAAAdE/wabp6e1pTog/s72-c/apr1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7318828591605711366.post-6433253017579710494</id><published>2011-04-06T08:40:00.000-07:00</published><updated>2012-01-04T05:48:50.160-08:00</updated><title type='text'>6</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Entremeio&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-xmYKko_8d6c/TZyJNbbbEsI/AAAAAAAAAdA/qVHvsBQi-dI/s1600/imagesCA2R1V31.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" r6="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-xmYKko_8d6c/TZyJNbbbEsI/AAAAAAAAAdA/qVHvsBQi-dI/s400/imagesCA2R1V31.jpg" width="291" /&gt;&lt;/a&gt;Uma hora você está alegre.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Outra hora, triste.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Um processo descontínuo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;É preciso a alegria para se sentir triste.&lt;br /&gt;É preciso a tristeza para se sentir alegre. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um contrapeso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vida é assim: &lt;br /&gt;com essas duas&amp;nbsp;coisas.&lt;br /&gt;Juntas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se pode ficar só triste.&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Nem se pode ficar só alegre.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Em toda a sua existência, &lt;br /&gt;você irá experimentar as duas forças:&lt;/div&gt;Contrapondo-se de um lado para o outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terá momentos de alegria e tristeza.&lt;br /&gt;Momentos de sorrisos e de lágrimas.&lt;br /&gt;Momentos de gozo e de dor.&lt;br /&gt;E tudo isso em uma única vida.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7318828591605711366-6433253017579710494?l=crislaneandrade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/feeds/6433253017579710494/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/2011/04/entremeio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7318828591605711366/posts/default/6433253017579710494'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7318828591605711366/posts/default/6433253017579710494'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/2011/04/entremeio.html' title='6'/><author><name>Cris Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13262029116826675587</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_VAYlSsr8-3E/TSMwwqhdvMI/AAAAAAAAAbM/3_EqWtnpsEM/S220/OQAAABcsmXkMg2xNjCNPLwFwiiKqhpLBdYGlZJJjvD639PvPsS92Ncpe8S8Vq--UJaNbLfWm19BBxdjDKSj1hRAoVTYAm1T1UKyRUsFi5f3B_IXmw6sKwJ0OHOh4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-xmYKko_8d6c/TZyJNbbbEsI/AAAAAAAAAdA/qVHvsBQi-dI/s72-c/imagesCA2R1V31.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7318828591605711366.post-8906621161156642338</id><published>2011-04-05T06:11:00.000-07:00</published><updated>2012-01-04T05:49:40.957-08:00</updated><title type='text'>5</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-tMoiopMsVzc/TZsWaKWqECI/AAAAAAAAAcw/VNh00V_AGvM/s1600/Soledad_y_Tristeza_by_Magdalena220.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="278" r6="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-tMoiopMsVzc/TZsWaKWqECI/AAAAAAAAAcw/VNh00V_AGvM/s400/Soledad_y_Tristeza_by_Magdalena220.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Até esquecer completamente&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;Ainda dói.&amp;nbsp;E ainda&amp;nbsp;estou tentando entender como isso tudo aconteceu. Difícil entender. Difícil explicar, também. Até um tempo atrás, eu estava ótima. Feliz. Sorridente. Me sentindo bela, impagável, como uma joia preciosa e de alto valor. Eu vivia dizendo para mim, que as minhas pérolas estavam guardadas comigo, e as daria a quem melhor valor desse à elas. Mas tudo que eu consegui - migalhas. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por medo de dizer que queria mais que amizade, escondi o que eu realmente sentia: que era a vontade de amar e ser amada.&amp;nbsp;E nunca fui de esconder sentimentos. Fiquei assim com o tempo.&amp;nbsp;Comecei a ter medo de revelar meus segredos. Sempre esperamos que o outro faça aquilo que gostaríamos que ele fizesse, mas isso nem sempre acontece. Às vezes, o outro espera que você diga uma única palavra, mas ele não diz, e você também não sabe se ele quer ouvir alguma palavra vinda de você. E se quer, você fica sem saber o quê. Impasse.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tentei começar com a amizade. Quis fazer diferente do que sempre fazia. Confesso que sinto falta de ser aquela mulher direta, que diz logo na cara dura o que quer. Eu sempre conseguia o que queria. Era bem mais fácil. Se era namoro, era namoro; se era amizade, era amizade e ponto. Não ficava naquele lenga-lenga. Não gosto de lenga-lenga. Não tenho paciência com pessoas indecisas. Não tenho paciência com quem trai. Com quem fere, com quem engana; machuca. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Gostaria de poder sentir um ódio mortal por quem me machuca e me faz de boba, mas não consigo, nem mesmo com a força do pensamento. Sinto a raiva, a fúria, mas logo depois passa. Defeito. Acho sempre que, ficar magoada com alguém é uma perda de tempo. E não gosto de perder tempo odiando&amp;nbsp;ninguém. Deixo a poeira baixar. Espero o coração se acalmar - com jeito - até esquecer completamente. Para depois, poder começar de novo. Porque eu mereço essa chance.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Enquanto isso,&amp;nbsp;coleciono amores errados&amp;nbsp;numa&amp;nbsp;única vida. A única diferença, é que se sabe que tem passado e futuro, mas não dá para virar a página&amp;nbsp;como se fazem com os álbuns de verdade. É preciso esperar que elas virem por si só. E isso leva algum tempo.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7318828591605711366-8906621161156642338?l=crislaneandrade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/feeds/8906621161156642338/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/2011/04/ate-esquecer-completamente.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7318828591605711366/posts/default/8906621161156642338'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7318828591605711366/posts/default/8906621161156642338'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/2011/04/ate-esquecer-completamente.html' title='5'/><author><name>Cris Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13262029116826675587</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_VAYlSsr8-3E/TSMwwqhdvMI/AAAAAAAAAbM/3_EqWtnpsEM/S220/OQAAABcsmXkMg2xNjCNPLwFwiiKqhpLBdYGlZJJjvD639PvPsS92Ncpe8S8Vq--UJaNbLfWm19BBxdjDKSj1hRAoVTYAm1T1UKyRUsFi5f3B_IXmw6sKwJ0OHOh4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-tMoiopMsVzc/TZsWaKWqECI/AAAAAAAAAcw/VNh00V_AGvM/s72-c/Soledad_y_Tristeza_by_Magdalena220.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7318828591605711366.post-7530059425732797973</id><published>2011-04-04T06:07:00.000-07:00</published><updated>2012-01-04T05:23:56.239-08:00</updated><title type='text'>4</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-z1ATGFSBPF0/TZsZM3B0qII/AAAAAAAAAc0/BG9K1CmgkVs/s1600/migas.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="286" r6="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-z1ATGFSBPF0/TZsZM3B0qII/AAAAAAAAAc0/BG9K1CmgkVs/s400/migas.png" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Um arqueólogo escavava uma ruína quando topou com uma velha lâmpada. Ao esfregá-la para tirar a poeira, apareceu um gênio. 'Você me libertou', disse o gênio. 'Eu vou lhe conceder um desejo'.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;O arqueólogo pensou por um momento e respondeu: 'Quero uma ponte com uma autopista ligando a Inglaterra à França!'.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;O gênio revirou os olhos e resmungou: 'Ei, cara, eu acabo de sair da lâmpada, estou moído de cansaço. Você faz ideia da distância que existe entre a Inglaterra e a França? É uma engenharia impossível! Faça outro pedido!'&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;O homem refletiu por um momento e pediu: 'Eu gostaria de poder me comunicar com as mulheres'.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;O gênio empalideceu e perguntou: 'Uma ou duas pistas?'"&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Abre parênteses: Se você é homem, deve estar rindo da historinha. Se você é mulher, deveria estar rindo da historinha. Não precisa ser um HAHAHA, basta um HIHIHI. O importante é manter o bom humor quando eles contarem essas historinhas perto da gente, ou PARA nós, diretamente e descaradamente. Fecha parênteses.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Relacionamento é o assunto preferido da maioria de nós mulheres. Isso ninguém pode negar. Se estamos tristes com o fim do namoro, com a briga com a BFF, com a traição daquela sua mais recente 'amiga', ou se o seu chefe é um monstro, não importa o motivo, lá estamos nós escrevendo em nossos blogs, postando fotos lacrimejantes nos álbus do Orkut, do Facebook e no Twitpic, ou talvez cortando os pulsos, ou menos trágico, desabafando com a BFF cercada de lenços e mais lenços de papel. Por outro lado, se estamos felizes, somos só sorrisos para dar e vender, elogios à pessoa amada, àquela amiga&amp;nbsp;com cara de quem não tá entendendo nada ou tá entendendo tudo, olhos brilhantes, e a Lua parece até falar com a gente nessas horas, e algumas vezes, essas amigas 'best forever' são&amp;nbsp;ATÉ deixadas de lado (tá, essa parte é difícil de compreender, mas não podemos descartá-la).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas o que será que leva tantas de nós, mulheres,&amp;nbsp;se não TODAS nós, a falarmos dos nossos relacionamentos? Respostas previsíveis tipo 'eu sempre fui assim', totalmente inaceitas aqui. Eu, com a minha mania de ler autoajuda, descobri a razão que leva nós, mulheres, a falar&amp;nbsp;compulsivamente sobre os nossos 'probleminhas'.&amp;nbsp;"As mulheres lidam com o estresse falando abundantemente sobre seus problemas, abordando-os sob vários aspectos, e assim vão elaborando uma possível solução. Falar sobre seus problemas é a sua maneira de aliviar o estresse", explica o casal Allan &amp;amp; Barbara Pease, autores do best-seller 'Por que os Homens Mentes e as Mulheres Choram?'. Entenderam? &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Então, você, ser da espécie masculina, quando perceber que aquela sua amiga companheira de albergue, vizinha de apartamento, namorada, esposa ou mãe, começar a "falar pelos cotovelos" sobre qualquer assunto, incluindo pés-nas-bundas etc, já sabe: estresse.&amp;nbsp; Não sei se os chás calmantes são tão eficientes quanto parecem ser, pois podemos até ficar calmas, mas a necessidade de abrir o 'bico' continuará ali coçando por dentro. Segundo os autores Allan &amp;amp; Barbara,&amp;nbsp;guardar as emoções acarretam males à saúde, tipo: diarréias, constipações, úlceras estomacais e ataques cardíacos, e isso é feito costumeiramente pelos homens, que não tem o nosso hábito de tagarelar sobre problemas de relacionamento. Então, mulheres, coloquem a boca no trombone! Se o cara foi um p. sacana com você: fale. Não deixe para depois. Não fique esperando ele mudar. Dá licença, né? Caso contrário, chèrie, você irá se remoer de dores emocionais e físicas terríveis, enquanto o sacana estará, despreocupadamente, à beira-mar com outra fulaninha. E nós não merecemos isso, certo?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Continuando. "A enorme capacidade que as mulheres têm de conversar é uma coisa que a maioria dos homens encontra enorme dificuldade de entender", explica Allan &amp;amp; Barbara Pease. Fácil entender: nós mulheres sempre, desde os primórdios, andávamos juntas, enquanto os machos saíam para caçar. Hoje em dia, a coisa não mudou de figura. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um grupo de quatro mulheres estão sentadas à mesa de um resturante, estão super alegres, sorrindo, contando piadas, e falando de problemas! Claro, esse detalhe não poderia faltar. Todos ao redor olham a cena e acham.. normal, certo? Certo. Cinco mesas depois, temos um grupo de três homens e uma mulher, apenas conversando, comendo, e bebericando uma cerveja. Todos ao redor olham a cena e acham.. estranho? Talvez. Algumas pessoas pensariam em 'suruba'? Bom, mas a questão não é o que eles farão depois do jantar, mas&amp;nbsp; o que eles estão fazendo &lt;em&gt;right now (agora mesmo),&lt;/em&gt; enquanto conversam e bebem. Suponhamos que aquela mulher acabou de levar um pé-na-bunda, e está louca para desabafar com seus amigos e desmoralizar a espécie masculina, enquanto seus amigos estão vivendo uma vida relativamente tranquila. Falam sobre futebol, trabalho, carros, tecnologia, entre sorrisinhos e vozes alteradas, e ela só observa, fazendo pequenos comentários sem muita relevância, tentando "se achar" naquele meio de maioria esmagadora masculina. Quanto tempo você acha que ela vai aguentar sem falar do seu mais recente probleminha? E qual será a reação dos seus amigos machos quando ela começar a falar sobre a sua desventura amorosa? Imaginou a cena? Triste, né? Mas é isso mesmo. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Agora, o que você pensa que aconteceria, se essa mulher fosse sentar-se à mesa com aquelas quatro mulheres? (aconselho a não terem uma visão&amp;nbsp;safista da cena). Talvez ela se sentisse completamente aliviada, por saber que ali poderá falar e ser ouvida, ou melhor, ser completamente compreendida. Dali poderiam sair lágrimas, mas depois de muitos conselhos, e&amp;nbsp;depoimentos de histórias similares, alguns sorrisos, ou então, muitas, muitas gargalhadas. Beeeem melhor, né? &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma observação pertinente: uma única mulher sentada à mesa de um restaurante/bar com três ou mais homens é beeem estranho. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que eu quis mostrar com as duas cenas, é a total disparidade que há entre os universos masculino e feminino. Homens não entendem mulheres e vice-versa. Não adianta tentar relativizar a coisa. Somos diferentes e ponto.&amp;nbsp;E vou ser mais franca: aquela mulher estava doída por dentro por causa do pé-na-bunda (tá, não estou me autoreferindo, mas já levei sim, pé-na-bunda e não é bom, não. hehe). Algumas mulheres, nem todas, escolhem resolver seus problemas de forma completamente insensata. Ora, se eu estou super-hiper-mega magoada com um homem, com a espécie masculina em geral, porque nessas horas tendemos a generalizar mesmo; o que diabos eu vou fazer sentada à uma mesa de restaurante&amp;nbsp;com amigOS? Você pode, de repente, sem querer, ouvir aquela piadinha escrota escrita no início do post, e seguir o conselho de encarar com bom humor ou não! Vai o que você preferir. Mas não faz muito sentido, é até sádico tomar uma atitude dessas. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu já fiz muito isso, e&amp;nbsp;sofria ao triplo. Mesmo recorrendo à minha BFF para desabafar, eu sempre dava um jeito de ficar com o cara que me fez mal, e seguia a linha eu-preciso-falar-senão-eu-morro-quem-sabe-assim-você-sente-pena-e-volta-pra-mim. Sadismo puro! Nunca entendi isso. Ainda faço altas análises sobre esse comportamento autodestrutivo, mas confesso que é beem complicado para mim, lidar com a rejeição. Simplesmente odeio, abomino ser abandonada, trocada, ou sei-lá-o-quê. Sabe, aquela coisa de ego ferido? Poisé. É difícil demais para eu aceitar. Então, continuando.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há&amp;nbsp;quatro&amp;nbsp;obsevações importantes a serem feitas: Primeira -&amp;nbsp;toda mulher, salvo algumas exceções, A-DO-RAM falar sobre seus relacionamentos, desde o carinha que pediu em namoro ao fora impiedoso. Segunda: mulher entende mulher. Terceira: homens são mais práticos e&amp;nbsp;por isso DE-TES-TAM&amp;nbsp;ouvir uma mulher contando suas desventuras amorosas.&amp;nbsp;E quarta e última: quando você, amiga, for à uma happy hour com os amigos, leve sempre uma amiga a tiracolo (sem se preocupar se ela é fura-olho) para o caso da conversa de conteúdo masculino começar a incomodar, a não ser que você goste das piadinhas. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;P.S.¹: Converse sobre seus problemas com o seu psicólogo, psicanalista, terapeuta ou sua BFF, mas jamais com seu parceiro. Ele estará preocupado demais com as contas do fim do mês. Então, nada de bancar a coitada porque o &lt;em&gt;amorzinho &lt;/em&gt;não deu atenção. Procure suas amigas, já! É&amp;nbsp;para isso que elas servem, e é por isso que elas existem!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;P.S.²: Uma mulher pode até ter um amigo amigo mesmo, mas até nisso há múltiplos interesses envolvidos. Não se faça de boba. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7318828591605711366-7530059425732797973?l=crislaneandrade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/feeds/7530059425732797973/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/2011/04/de-mulher-para-mulher-e-para-homem.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7318828591605711366/posts/default/7530059425732797973'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7318828591605711366/posts/default/7530059425732797973'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/2011/04/de-mulher-para-mulher-e-para-homem.html' title='4'/><author><name>Cris Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13262029116826675587</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_VAYlSsr8-3E/TSMwwqhdvMI/AAAAAAAAAbM/3_EqWtnpsEM/S220/OQAAABcsmXkMg2xNjCNPLwFwiiKqhpLBdYGlZJJjvD639PvPsS92Ncpe8S8Vq--UJaNbLfWm19BBxdjDKSj1hRAoVTYAm1T1UKyRUsFi5f3B_IXmw6sKwJ0OHOh4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-z1ATGFSBPF0/TZsZM3B0qII/AAAAAAAAAc0/BG9K1CmgkVs/s72-c/migas.png' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7318828591605711366.post-3546564673879104404</id><published>2011-04-01T05:31:00.000-07:00</published><updated>2012-01-04T05:21:35.227-08:00</updated><title type='text'>3</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;- &lt;em&gt;" se contrariedades aparecem, o ato de esbravejar afastará de você o concurso espontâneo "&lt;/em&gt; - André Luiz&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Tkkcw68xVQs/TZYfwgFlqXI/AAAAAAAAAck/qEsPvo_bX-k/s1600/como-manter-a-calma.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="272" r6="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-Tkkcw68xVQs/TZYfwgFlqXI/AAAAAAAAAck/qEsPvo_bX-k/s400/como-manter-a-calma.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Desacelerar é algo praticamente impossível para mim. Não consigo. É, eu vivo dizendo que não consigo fazer as coisas, e elas acabam não acontecendo mesmo. Defeito. Eu sei. A verdade, é que eu preciso de muita calma. Senhora paciência, por favor, dá uma ajuda aê. Não vou mendigar paciência, porque não necessito de pouca coisa, necessito de muitaaaaa paciência, então tem que ser um vale-paciência de responsa!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Amigos e afins vivem me dizendo: tenha calma. Chega dá nos nervos. Mas eu respiro fundo e expiro. Coloco a mão na testa, passo a mão no cabelo, arregalo os olhos, ranjo os dentes, uma verdadeira acrobacia facial. Mas a danada da calma não vem. Ai, ai. Me resta beber água pra acalmar. Sem açúcar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sempre quis tudo para ontem. Meu tempo preferido é o agora. Minha palavra favorita é já. Mas como as coisas nessa vida não acontece como num passe de mágica, a frustração é certa. A agonia, a inquietação, os tiques nervosos, os assopros, tudo isso faz parte de uma performance nervosa e cheia de impaciência. Faço isso quase (senão todos) todos os dias. O computador que trava, a pessoa que não liga, a porta que não abre, a demora para agir, tudo isso me irrita completamente. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sou uma pessoa ansiosa, mas isso nem se passava pela minha cabeça, até eu começar a ter crises de pânico, em 2003. Sofria de asma quando era pequena, mas ninguém sabia porque ela acontecia. Era superchato. Sempre fui paranóica com a morte. Tenho medo dela pra cacete. Agora&amp;nbsp;não me pergunte&amp;nbsp;o por quê. Gostaria de saber, mas não sei. Também&amp;nbsp;nunca perguntei para nenhum dos psicólogos com quem me consultei. É&amp;nbsp;um medo estranho, insensato. A verdade é que o medo de morrer e a pressa em viver são coisas inerentes a mim, e&amp;nbsp;das quais não consigo abrir mão, ou ainda não aprendi a lidar com isso de forma mais serena. Bem que eu gostaria.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nos meus relacionamentos sempre, sempre, coloquei os pés pelas mãos. Atropelava tudo. Depois eu ficava toda bagunçada por dentro. Reorganizar os sentimentos&amp;nbsp;dava uma trabalheira enorme. Eu me enchia de julgamentos, me sentia péssima por não conseguir ou não saber fazer nada direito. Até na hora de consquistar um homem, eu sempre fui burrinha. Agia mais com o coração do que com a razão, me enchia de impaciência, e confundia sexo com amor. Fatal. Ainda hoje dou minhas mancadas. Sofro. Choro. Fico péssima. Caio aos pedaços por dentro, mas tento sempre&amp;nbsp;parecer forte. Sou orgulhosa sim, às vezes. Mas, às vezes, também canso de&amp;nbsp;fingir que está tudo bem o tempo inteiro. E eu estou sempre precisando de muita calma nessas horas. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Nas outras áreas da minha vida, também sou superansiosa. Sabe o que é você desejar uma coisa, e não ter dinheiro para comprá-la naquele momento? Ai, isso me dá uma raiva insana. Mas depois eu começo a recitar uns mantras para desestressar e fica tudo bem. Já me endividei por conta de tanta cobiça, e ainda estou no processo de limpeza nominal. E tudo isso por conta da ansiedade. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu sei que o mundo não vai acabar amanhã, mas eu, eu sou como uma folha ao vento. Sei que não sou nenhuma cola superbonder de duração longa, então mantenho aquele pensamento de que tem que ser aqui e agora, senão perco toda a empolgação. Meio apocalíptico, eu sei. Mas é assim que as coisas funcionam comigo. É esquisito, mas eu sempre penso na morte. Mas não uso roupas pretas, nem pinto as unhas de preto, nem uso&amp;nbsp;batom preto, nada dessas coisas. Eu apenas reflito sobre o fim. Às vezes, tenho crises horríveis, grito, choro, e depois volto ao normal. E tudo por culpa da ansiedade. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu acho que essas questões explicam bem porque sou assim. Elétrica, enérgica, impulsiva, tensa. O desejo de abraçar o mundo com braços, mãos, pernas e pés, e cabeça, até com um único fio de cabelo que sobrar. O desejo de não deixar nada passar batido. De não perder uma piada. De não querer ficar de fora daquela conversa superbacana. De não querer que aquele menino que você está superafim se vá sem antes dar um beijo, um amasso, um "pega". Um descontrole emocional visível, pleno, que me torna louca, doida, desvairada, tresloucada, insana, intensa, única. É tudo ansiedade evaporando pelos poros.&amp;nbsp;Ofegando sob a pele. E eu apenas a deixo respirar. Aliviada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Calma: nessa hora. agora. já.&amp;nbsp;Pois não, senhorita Calma, estou a seu dispor. (será?)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;E mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma, a vida não para. - Lenine&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7318828591605711366-3546564673879104404?l=crislaneandrade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/feeds/3546564673879104404/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/2011/04/muita-calma-nessa-hora.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7318828591605711366/posts/default/3546564673879104404'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7318828591605711366/posts/default/3546564673879104404'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/2011/04/muita-calma-nessa-hora.html' title='3'/><author><name>Cris Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13262029116826675587</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_VAYlSsr8-3E/TSMwwqhdvMI/AAAAAAAAAbM/3_EqWtnpsEM/S220/OQAAABcsmXkMg2xNjCNPLwFwiiKqhpLBdYGlZJJjvD639PvPsS92Ncpe8S8Vq--UJaNbLfWm19BBxdjDKSj1hRAoVTYAm1T1UKyRUsFi5f3B_IXmw6sKwJ0OHOh4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-Tkkcw68xVQs/TZYfwgFlqXI/AAAAAAAAAck/qEsPvo_bX-k/s72-c/como-manter-a-calma.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7318828591605711366.post-806293944156695638</id><published>2011-03-19T13:15:00.000-07:00</published><updated>2012-01-04T05:20:33.446-08:00</updated><title type='text'>2</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-7rPL1urff_4/TZW0CQCL_dI/AAAAAAAAAcI/iC-uDiMAgRc/s1600/ressentimentos.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" r6="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-7rPL1urff_4/TZW0CQCL_dI/AAAAAAAAAcI/iC-uDiMAgRc/s400/ressentimentos.jpg" width="266" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Havia cores. Amores. E dores. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Havia o ressentimento ressentido.&lt;br /&gt;O sofrimento. A emoção. A pertubação. A agitação: havia o ressentimento. &lt;br /&gt;Havia o desprazer da animosidade.&lt;br /&gt;A zanga e a cólera.&lt;br /&gt;A mágoa do descontentamento pela repulsão: o fel. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Havia o ressentir zangado. Queimado. &lt;br /&gt;O perder a compostura. Irado. &lt;br /&gt;O sangue subir à cabeça. Louco de raiva.&lt;br /&gt;Perdendo a calma. Indignado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E das cores, acrescenta-se uma a cada dia.&lt;br /&gt;E aos dias, acrescenta-se outros amores. &lt;br /&gt;E dos amores, de cada dia, as suas dores. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Direitos reservados: &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;©&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;Cris Andrade - 19/03/2011)&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7318828591605711366-806293944156695638?l=crislaneandrade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/feeds/806293944156695638/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/2011/03/sobre-ressentimentos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7318828591605711366/posts/default/806293944156695638'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7318828591605711366/posts/default/806293944156695638'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/2011/03/sobre-ressentimentos.html' title='2'/><author><name>Cris Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13262029116826675587</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_VAYlSsr8-3E/TSMwwqhdvMI/AAAAAAAAAbM/3_EqWtnpsEM/S220/OQAAABcsmXkMg2xNjCNPLwFwiiKqhpLBdYGlZJJjvD639PvPsS92Ncpe8S8Vq--UJaNbLfWm19BBxdjDKSj1hRAoVTYAm1T1UKyRUsFi5f3B_IXmw6sKwJ0OHOh4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-7rPL1urff_4/TZW0CQCL_dI/AAAAAAAAAcI/iC-uDiMAgRc/s72-c/ressentimentos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7318828591605711366.post-6535209742556979899</id><published>2011-02-28T06:31:00.000-08:00</published><updated>2012-01-04T05:19:07.204-08:00</updated><title type='text'>1</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-__hzLu1mIjc/TZWyc8d3KWI/AAAAAAAAAcE/8iXKKOUsy-A/s1600/Fora.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="290" r6="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-__hzLu1mIjc/TZWyc8d3KWI/AAAAAAAAAcE/8iXKKOUsy-A/s400/Fora.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Engraçado. Estava a fim de falar sobre o fim do meu relacionamento, mas não sabia como começar, daí eu estava lendo uma agenda antiga (do ano mil novecentos e pouco... tá, eu não sou tão velha assim, só 30 anos), e para minha surpresa (pareceu mais coincidência do que surpresa, mas, tudo bem, tá valendo) eu tinha registrado o resultado de um teste de uma dessas revistas para adolescentes. O título do teste é justamente o título desse post. Bom. Não vou entregar o resultado. Ainda.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas, você já parou para pensar sobre isso alguma vez na vida? Se é que as pessoas REALMENTE param para pensar sobre isso. Algumas pessoas podem julgar irrelevante, outras podem julgar extremamente importante, ou podem não julgar nem uma, nem outra. Mas, e você, como julga? (Aliás, você julga?) Se sua resposta foi positiva, você está no caminho certo, agora, se sua resposta foi negativa, comece a pensar agora, pois saber quando cair fora de uma relação pode te proporcionar dias mais felizes. Pode confiar!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Saber quando pular fora de uma relação parece algo feito para aquelas pessoas superdeterminadas, que sabem o que querem, que já chegaram a um patamar de autoconhecimento (o que não significa dizer, que você deve entrar em desespero se ainda não chegou nesse nível de maturidade) e que não gostam de perder tempo com o que não vai, nem vem. Como eu, por exemplo. Prepotente, hein? Tem que levantar a autoestima, e ter autoconfiança faz parte do processo. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A verdade, é que não é nada legal insistir em uma relação, em que desde o primeiro instante, você percebeu que não ía funcionar, nem que todos os cupidos da face da Terra se mobilizassem pela sua causa. Mas, por algum motivo (geralmente aquela carência antipática que não arreda o pé) faz com que você dê uma chance (a chance de quebrar a cara, né?). Se você tem que dar uma chance para alguém, esse alguém é você mesma (essa frase parece meio clichê, mas foi a única que me veio à mente). Tudo bem, você pode querer se dar a chance de continuar no relacionamento mesmo com chances de falhar, bom, é colocar sua conta em risco, mas, vai na fé, desejo sorte. (mas continuarei defendendo meu ponto de vista até o fim desse post).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pois é. Eu e o carinha começamos assim: carentes. Só que tinha um pórem: ele estava mais carente. E aí, complicou. Eu sabia muito pouco sobre a vida dele, mas ele me dava pistas de que havia sofrido muito. Mas o que eu tinha a ver com isso? Nada. Uma regrinha básica: quando o homem que você pensa ser o homem da sua vida, chegar chorando miséria para você, não pense duas vezes, nem espere ele virar uma cor verde, ou sei lá o quê, aconselhe ele a procurar um psicólogo antes de fazer você de um! Tô avisando. Os carentes adoooooram um melodrama, e quanto mais pena você sente deles, melhor. Argh!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Bom. Continuei levando o relacionamento até ler o primeiro "te amo" (coisa de namoro virtual - as coisas funcionam por e-mail, MSN, telefone, etc). Mas, peraí, até aquele momento ele não tinha me visto pessoalmente, não sabia quase nada da minha vida, somente poucos detalhes, bem específicos. Tudo bem, posso ter soltado algo que não devia, mas nada que eu tenha dito justificava aquele "te amo". Bem, o que aconteceu foi que eu surtei. Senti vontade de terminar na mesma hora em que li, e quase fiz isso. Respondi o e-mail completamente surtada, perplexa, dizendo que era cedo demais para aquele tipo de declaração, e que meus sentimentos por ele não correspondiam o mesmo que ele sentia por mim (você teve coragem de dizer isso? Tive). E você também vai precisar se estiver com um cara que te ama mais do que você o ama. Se sacrificar pelo outro tem mil vezes mais a ver com Jesus Cristo do que com o resto da humanidade. Não quero generalizar, e dizer que todo mundo é egoísta (se bem que eu acabei de fazer isso..), mas ao invés de SÓ pensar no carinha, aprenda a levar em consideração o que VOCÊ sente. Também.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Antes de terminar o relacionamento de fato, ele esteve aqui (ele mora no Rio de Janeiro). Eu disse para ele que precisávamos nos ver, para que eu pudesse tomar uma decisão mais acertada...&amp;nbsp;Pois&amp;nbsp;é, não acertei coisa alguma. Se alguns casais levam longíquos 4 anos para ter certeza (ou só alimentar a dúvida, vai saber) de que aquele homem é o seu par perfeito, sua metade ideal, a tampa da sua panela, etc, eu levei apenas uma semana. (Rápida, né?) Quando&amp;nbsp;ele voltou para o Rio, eu me senti superleve. Apesar de ter dado a ele todas as pistas de que não estava no melhor momento para juntar as escovas de dentes, ele preferiu fingir que não tinha pista alguma, continuou alimentando sua mente superfértil, que eu estava na dele, e que tudo iria mudar, que aquilo era apenas um momento, uma fase, sei lá o quê. Sabe aquela frase clichê de comunidade do Orkut: "sou legal. não estou te dando mole?" Pois é. No fundo, no fundo, eu sabia EXATAMENTE o que queria, e não era casar (putz, levei 12 anos para descobrir que casar não é o mesmo que solucionar problemas - coisas de adolescente deprimida). Terminamos durante uma conversa horrorosa no MSN. Que tal?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Então. Se você é daquelas que pensam que, o namoro tem que levar de 4 a 5 anos para finalmente descobrir que aquele homem não é a tampa da sua panela, sua cara metade, seu par perfeito, seu príncipe encantado (você não acredita em príncipes encantados, acredita?), fica uma dica: repense. Ou melhor, pense: será que você não está tentando transformar a pessoa na tampa da sua panela, no par perfeito, na metade ideal..., mesmo sabendo que se trata de uma missão BEEEEM impossível? É tão simples: se você distribui mais caretas que sorrisos quando está ao lado dele, está na cara que ele não é sua cara metade coisa nenhuma! Quando estamos apaixonados de verdade, "tudo fica blue", como diz o Bochecha naquela música (iiiih, você não gosta do Bochecha? Então substitui pela sua frase favorita, vai) Não tem tempo ruim. Então, vale a pena pensar com toda a cautela de um dalai lama, sobre o que você pode estar fazendo com a sua vida, principalmente, com o seu coração.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Só para encerrar. Tem pessoas (e eu me incluo nesse time sem medo de ser feliz) que moooorrem de medo do julgamento alheio, ainda que não morra de medo, mas dá muita importância para esses julgamentos: ai, meu Deus, o que vão pensar, o que vão dizer? ai, ai, ai, eu não devia ter feito, eu não devia ter ido, eu não devia bla bla bla, e mais uma coletânea de ais., e por isso se prestam a viver uma vida de aparências (que deve ser bastante sufocante - já imaginou você não sendo você? Triste.) porque simplesmente OS OUTROS disseram ou vão dizer que vocês foram um supercasal (mentira! eles querem mais é te ver infeliz! - o.k. se você considera ficar solteira como infelicidade, esqueça o que eu&amp;nbsp;disse.), que ele te ama muito, etc etc etc, sem levar em conta o que VOCÊ sente (sinto que já escrevi algo parecido nos páragrafos anteriores, mas não tem nada não, é bom que gruda na mente e não esquece mais). Como você não quer parecer uma desalmada egoísta, você então se enche de pena do coitado e continua com ele, só por pura conveniência (ou burrice, né?). Tem pessoas que parecem ter ensaiado um texto, só para parecer mais convincente na hora de te enrolar, aff. Cuidado! Se você JÁ sabe que ele NÃO É o seu número, então caia fora,&amp;nbsp;sem mimimis (crédito para Dea Carvalho, hihihi). Seu coração agradece.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ah, lembra que falei do teste? Pois é. O resultado foi: A mulher da hora certa. Lembre-se que você também pode ser uma mulher que sabe qual a hora certa de cair fora de um relacionamento tóxico, de qualquer espécie de toxicidade, se fuma demais, se bebe demais, se mente demais, se trai demais, se é pegajoso demais, e por aí vai. Mais uma vez, só que em inglês: Good luck!&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7318828591605711366-6535209742556979899?l=crislaneandrade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/feeds/6535209742556979899/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/2011/02/voce-sabe-quando-pular-fora.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7318828591605711366/posts/default/6535209742556979899'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7318828591605711366/posts/default/6535209742556979899'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://crislaneandrade.blogspot.com/2011/02/voce-sabe-quando-pular-fora.html' title='1'/><author><name>Cris Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13262029116826675587</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_VAYlSsr8-3E/TSMwwqhdvMI/AAAAAAAAAbM/3_EqWtnpsEM/S220/OQAAABcsmXkMg2xNjCNPLwFwiiKqhpLBdYGlZJJjvD639PvPsS92Ncpe8S8Vq--UJaNbLfWm19BBxdjDKSj1hRAoVTYAm1T1UKyRUsFi5f3B_IXmw6sKwJ0OHOh4.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-__hzLu1mIjc/TZWyc8d3KWI/AAAAAAAAAcE/8iXKKOUsy-A/s72-c/Fora.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
